Rio Maior votou e os resultados foram os seguintes:
Para a Câmara Municipal de Rio Maior
Para a Assembleia Municipal de Rio Maior
Para as diversas Juntas de Freguesia
Rio Maior esteve de parabéns pela participação cívica e democrática aqui ocorrida.
Resta dizer que a abstenção esteve nos 42,1%
Este Blogue pretende ser um Fórum aberto a todos de modo a criar um espaço comunitário para mostrar o que a nossa terra tem de melhor, mostrar o que está menos bem e ser um ponto de discussão sobre assuntos relacionados com o Concelho de Rio Maior. O único interesse deste espaço é dar uma nova voz positiva a Rio Maior e aos Riomaiorenses não havendo nenhuma motivação ideológica, política ou bairrista.
domingo, 1 de outubro de 2017
Eleições Autárquicas 2017
O Voto é um direito e um dever
cívico.
Votar é um ato de cidadania.
Votar é
um ato que permite aos cidadãos participar activamente na vida política do país
escolhendo os seus representantes através das escolhas da maioria.
Ao não
votar estamos a deixar que os outros escolham o destino da nossa região sem
termos uma palavra a dar.
Vamos
votar e escolher em consciência aqueles que pensamos poder servir melhor Rio
Maior e as suas freguesias.
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Miradouro das 3 regiões em Vila da Marmeleira.
Este simples, mas bonito miradouro encontra-se na Vila da Marmeleira.
A data de construção foi entre 1964 e 1965 e teve como objectivo não ser um miradouro mas um local protegido para os trabalhadores poderem descançar e tomar uma refeição.
O
miradouro encontra-se num promontório onde se encontram 3 regiões: Vila da
Marmeleira, Assentiz e São João da Ribeira. Deste local consegue-se observar ao
longe Arrouquelas.
O pôr-do-sol
visto deste local é muito bonito.
A
mesa e os bancos corridos convidam a uma permanência para um descanso no meio
da natureza.
Deveria
de se arranjar a cobertura pois esta ameaça ruir.
A
localização mais precisa do miradouro é 39°16'14.7"N 8°51'53.5"W.
domingo, 20 de agosto de 2017
7 Maravilhas das Aldeias de Portugal - Salinas da Fonte da Bica
É hoje a eleição para a final das 7 Maravilhas das Aldeias de Portugal e a Aldeia das Salinas da Fonte da Bica (Rio Maior) conta consigo.
Para ajudar a Aldeia das Salinas da Fonte da Bica a passar à
final deve ligar 760107001 até perto das 23:00 de hoje.
A chamada tem um custo de 0,60€+iva. Se quiser e puder deve
telefonar para ajudar a promover as salinas e a região.
Mas o que é que a Aldeia das Salinas da Fonte da Bica tem de
especial?
A povoação encontra-se na zona das maiores salinas de
interior da Península Ibérica, no sopé da Serra dos Candeeiros e já era
explorada desde o tempo dos romanos havendo documentos escritos de 1177. Possui
casas em madeiras praticamente intactas com designe e fechaduras únicas. As
técnicas ancestrais usadas para a produção de sal ainda podem ser apreciadas no
local bem como a memória do local onde os homens saciavam a sede após longas
horas de árduo trabalho, a ‘Taverna do Salineiro’ e as ‘Réguas de Escrita’. O
Ecomuseu Salinas de Rio Maior recebeu em 2012 o prémio Geoconservação. Na
Aldeia das Salinas da Fonte da Bica são organizados vários eventos como o acampamento
‘Sal e Templários’, ‘Aldeia Natal’, Recriação Etnográfica e Histórica da
Produção de Sal e o concurso ‘Melhor Monte de Sal da Eira’.
Pode saber mais sobre as salinas nos vários artigos
realizados neste bolog:
A 7Maravilhas ® tem desde 2007 divulgado os valores
positivos da identidade Nacional.
Em 2007 foram as 7 Maravilhas de Portugal, em 2009 as
Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, em 2010 as Maravilhas Naturais de
Portugal, em 2011 as Maravilhas da Gastronomia, em 2012 as Maravilhas Praias de
Portugal e agora em 2017 são as Maravilhas de Portugal Aldeias.
De um total de 446 candidaturas apresentadas, a 7Maravilhas®
apurou 332 para o concurso Maravilhas de Portugal. O centro de Portugal teve o
maior número de candidaturas apuradas, num total de 159. A 7 de Abril deste
ano, um painel de especialistas apurou as 49 pré-finalistas, divididas por 7
categorias: Aldeias Monumento; Aldeias de Mar; Aldeias Ribeirinhas; Aldeias
Rurais; Aldeias Remotas; Aldeias Autênticas e Aldeias em Áreas Protegidas.
As Salinas de Fonte da Bica concorrem na categoria de
Aldeias em Áreas Protegidas e concorrem com Bordeira, Chão da Ribeira, Lindoso,
Penedo, Rio de Onor e São Lourenço.
Da votação de hoje, vão ser seleccionadas 2 aldeias que se
juntaram às outras já escolhidas para a grande final do dia 3 de Setembro de
2017.
As aldeias já apuradas são: Monsanto, Monsaraz, Azenhas
do Mar, Fajã dos Cubres, Dornes, Santa Clara-A-Velha, Paderne, Sistelo, Piódão,
Castro Laboreiro, Castelo Rodrigo e Podence.
---
A votação terminou e a Aldeia das Salinas da Fonte da Bica não passou à final. Passou Lindoso e Rio de Onor.
Só por participar, as Salinas de Rio Maior, tiveram uma enorme projecção e reconhecimento das suas potencialidades turísticas. Agora tem que se aproveitar o momento e continuar o trabalho de recuperação do espaço e promoção do mesmo.
---
A votação terminou e a Aldeia das Salinas da Fonte da Bica não passou à final. Passou Lindoso e Rio de Onor.
Só por participar, as Salinas de Rio Maior, tiveram uma enorme projecção e reconhecimento das suas potencialidades turísticas. Agora tem que se aproveitar o momento e continuar o trabalho de recuperação do espaço e promoção do mesmo.
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Rio Maior fora do PAEL
Desta vez, estar fora é bom pois significa que Rio Maior conseguiu sair do vermelho quanto a dívidas, deixando de ser considerado que possui divida em excesso.
A 31 de Agosto de 2012, criou-se o Programa de Apoio à
Economia Local (PAEL), estabelecendo um regime excepcional e transitório de
concessão de crédito aos municípios, permitindo a execução de um plano de
ajustamento financeiro municipal para a concretização de um cenário de
equilíbrio financeiro e para a regularização do pagamento das dívidas dos
municípios vencidas há mais de 90 dias.
Rio Maior teve de entrar neste plano o que trouxe restrições
orçamentais. Com o PAEL os municípios devedores ficam obrigados a fazerem um
plano de ajustamento financeiro e sujeitos a um regime transitório de concessão
de crédito. Este regime limita e obriga a critérios de racionalidade na gestão
da despesa corrente, de forma a aumentar as receitas.
No início de 2016 estavam endividados em excesso 79
municípios, todos eles sujeitos à aplicação do PAEL. No final de 2016, 57
municípios conseguiram cumprir com os limites de dívida, havendo assim 22
municípios que permanecem com dívidas excessivas.
No Distrito de Santarém, Rio Maior, Chamusca, Ourém,
Sardoal, Torres Novas e Barquinha, estavam sujeitos ao PAEL mas conseguiram
cumprir com o limite da dívida acordado. Santarém e Cartaxo apesar de também
estarem sujeitos ao PAEL não conseguiram cumprir com o limite acordado de dívida.
Sempre que os municípios sujeitos ao PAEL não cumpram as regras, o Governo
passa a reter as verbas prevista ao nível das transferências do Orçamento de
Estado. Essas verbas passam a ser usadas para financiar o Fundo de
Regularização Municipal.
O limite de dívida de cada concelho (a partir de 2014) é variável
e igual ao valor que se obtém ao multiplicar por 1,5 a média da “receita
corrente líquida” que o respectivo município obteve nos três anos anteriores.
Pode-se ver um resumo financeiro de Rio Maior, com os dados
retirados da página da Direção-Geral das Autarquias Locais.
- Em 2009 Rio Maior recorreu ao Programa de Regularização
Extraordinária de Dívidas do Estado (PREDE). Pode-se financiar com 521.012€ do
Estado e 631.519€ duma Instituição de crédito.
- Os prazos médios de pagamento também têm vindo a ser
reduzidos
31/12/2015 101
dias
31/03/2016 93
dias
30/06/2016 78
dias
30/09/2016 64
dias
31/12/2016 45
dias
- Receitas e dívidas do Município de Rio Maior
2007 Limite dívida 12.851.976€
Total dívida 17.388.047€
Receita
Corrente ---
2008 Limite dívida 12.843.938€
Total
dívida 14.776.371€
Receita
Corrente ---
2009 Limite dívida 12.524.245€
Total
dívida 19.793.634€
Receita
Corrente ---
2010 Limite dívida 13.068.417€
Total
dívida 17.678.760€
Receita
Corrente ---
2011 Limite dívida 6.714.997€
Total
dívida 16.781.135€
Receita
Corrente 13.967.081€
2012 Limite dívida 6.674.831€
Total
dívida 14.875.300€
Receita
Corrente 14.001.376€
2013 Limite dívida 6.674.831€
Total
dívida 12.539.069€
Receita
Corrente 14.707.596€
2014 Limite dívida 21.338.027€
Total
dívida 18.990.114€
Receita
Corrente 14.890.964€
2015 Limite dívida 21.799.968€
Total
dívida 16.424.581€
Receita
Corrente 15.736.822€
2016 Limite dívida 22.667.691€
Total
dívida ---
Receita
Corrente 16.922.207€
2017 Limite dívida 23.774.996€
Total
dívida ---
Receita
Corrente ---
O objectivo de apresentar estes dados é puramente
informativo. É sem intenção qualquer eventual erro de transcrição ou
interpretação.
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Ponte sobre a ribeira de Freiria em Azambujeira.
No dia 10 de Novembro
de 2015 começaram as obras substituição da ponte metálica sobre a ribeira da
Freiria, localizada na EN114-2 em Rio Maior.
Esta obra teve como
objectivo a substituição da ponte metálica por outra em betão e a construção
dos respectivos acessos marginais à nova travessia, adequando o traçado da
EN114-2 numa extensão de cerca de 300 metros. Com a obra solucionou-se as
restrições à circulação existentes na altura, beneficiando a segurança
rodoviária mas também das condições de mobilidade e acessibilidade das pessoas
e empresas da região.
Os trabalhos foram
divididos por duas fases. Numa primeira fase foi realizada a construção da
ponte sobre a ribeira de Freiria e respectivos acessos. Na segunda fase e já
após a abertura ao tráfego desta nova travessia, deu-se início à obra de
desmantelamento da ponte metálica.
A nova Ponte sobre a
ribeira da Freiria tem uma extensão de 50 metros, possuindo 2 vãos de 25 metros
cada, com apoio central no leito da ribeira. A largura total é de 14,1 metros,
com faixa de rodagem de 10 metros e passeios de 1,5 metros de largura útil.
Esta obra representou um investimento superior a 640 mil euros e teve um prazo
de execução de 270 dias.
Em Novembro de 2016 já
as obras estavam terminadas.
Esta obra era
necessária e seguiu o mesmo plano que foi realizado em 2010 para a obra na
ponte do Barbancho. O artigo pode ser consultado em:
Pena é ambas as pontes
metálicas terem sido destruídas.
Neste caso é uma ponte
histórica de 1876 que simplesmente se destruiu.
Pode saber mais sobre
esta ponte em:
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Plantação de Eucaliptos no Areeiro de Rio Maior
O assoreamento da zona dos areeiros em Rio Maior continua, mesmo em frente às Piscinas Municipais. Agora estão a ser plantados também eucaliptos.
A 13 de Maio de 2014 o Movimento Cívico Ar Puro já denunciava esta acção, como pode ler no seguinte artigo:
http://movimentoarpuro.blogspot.pt/2014/05/movimento-ar-puro-questiona-situacao.html
A 7 de Julho de 2014 a
Câmara Municipal de Rio Maior faz um comunicado público sobre a situação que
pode ser consultado em:
A 5 de Julho de 2015 o
Blog Cidadania RM expõem o caso num artigo que pode ser consultado em:
Muitos artigos foram
escritos sobre este assunto, mas o assoreamento continua e agora com a
plantação de eucaliptos.
É natural haverem
questões sobre as reais intenções na realização desta enorme movimentação de
terras que tantos recursos tem empregado durante tantos anos. Não parece ser
viável fazer tamanha empreitada só para plantar eucaliptos numa zona central de
Rio Maior.
Os eucaliptos podem
ser bons pois as suas raízes estabilizam o terreno. A estabilização dos
terrenos será útil para uma posterior possível edificação.
É muito estranho tudo
o que se está a passar nesta zona. Relembro as espécies de rápido crescimento,
concretamente as do género Eucalyptus, Acacia e Populus, estão sujeitas a
restrições de uso e ocupação, devendo cumprir as condições definidas na
Portaria n.º 528/89, de 11 de Julho.
Está neste momento
também em apreciação na Assembleia da República um diploma que restringe ainda
mais a plantação de eucaliptos conforme se pode ler no Jornal de Negócios, de 11
de Abril de 2017:
“
Plantar eucalipto
pode dar multas até 37 mil euros.
O diploma, que já
foi enviado ao Parlamento, determina que "não são permitidas as acções de
arborização com espécies do género ‘eucaliptus’", prevendo-se que a
rearborização com esta espécie "só é permitida quando a ocupação anterior
constitua um povoamento puro ou misto dominante". A legislação do
Executivo possibilita acções de arborização com eucaliptos mas desde que,
cumulativamente, se cumpram duas condições: se realizem em áreas não agrícolas,
de aptidão florestal; e resultem de projectos de compensação, relativos à
eliminação de povoamentos de eucalipto de igual área (...) com preparação do
terreno que permita uso agrícola, pecuário e florestal com espécies que não o
eucalipto.
“
Devido à localização
do projecto, ao volume de obra realizada, à duração da empreitada e a tudo o
que já foi escrito, deveria de haver um comunicado de entidades oficiais a
esclarecer o que se está a passar neste local e qual é o plano para o
futuro.
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