quinta-feira, 27 de maio de 2010

Placa Toponímica em Arrouquelas

Esta Placa Toponímica mostra bem a ruralidade de Arrouquelas.
Ao mesmo tempo, é um convite a entrar e a descobrir o que a terra tem.
Claro que o melhor que Arrouquelas tem são as suas gentes.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Jardim Municipal de Rio Maior

Jardim Municipal de Rio Maior.


O Jardim Municipal encontra-se num espaço verde que ocupa 17.000 m2.
O Jardim é constituído por extensos relvados, inúmeras árvores, equipamentos sociais, monumentos e caminhos pedestres. Actualmente o jardim não tem zonas ocultas o que facilita a segurança de quem o usa.
Numa das extremidades deste jardim encontra-se a Igreja Matriz inaugurada em 1968 e o Palácio da Justiça, inaugurado em 1961.
Mais perto da rotunda da Praça da República, encontra-se o ‘Quiosque Jardim’ e por trás dele o Obelisco comemorativo do primeiro centenário do Concelho de Rio Maior.
Perto encontra-se o Espaço Multiusos do jardim, e logo de seguida um espelho de água.
Acompanhando a avenida Dr. João Calado da Maia, passa-se por um bar com esplanada, pelas instalações sanitárias e por um Parque Infantil que é a alegria dos mais pequenos. A Esplanada foi inaugurada  em 1992 e o Parque Infantil em 1996 mas remodelado em 2001.
Das várias estátuas que existem no jardim são de referir a do conjunto que simboliza a justiça, a do Nuno Álvares Pereira e o busto do Dr. Francisco Barbosa.
Pode saber mais sobre estas estátuas em
O Jardim Municipal sofreu grandes obras de requalificação que se iniciaram logo no início de 2004 e ficaram concluídas em 2005 (O investimento previsto para estas obras foi de 1.529.640,00€). Houve alguma polémica com a execução da obra pois algumas árvores foram abatidas.
Já em 2008 os caminhos que eram formados por antigas sulipas dos caminhos de ferro, viram estas mesmas sulipas removidas e o piso formado por uma camada de betão poroso e colorido com a já habitual côr de ‘oxido de ferro’. Com esta alteração melhorou-se as condições de circulação dos utentes.
O Jardim Municipal é um bom equipamento para os habitantes, que promove o bem estar, o convívio e o lazer de todos que o usam.









terça-feira, 25 de maio de 2010

Fonte em Arruda dos Pisões

Em Arruda dos Pisões, no entroncamento de duas estradas, existe um pitoresco largo com uma bica de água.
O painel de azulejos que rodeia a torneira representa a apanha da azeitona (costumes desta terra).
Neste painel executado por Vasco Silva em 1997 acho curioso o remate do painel em ramos de oliveira.

domingo, 23 de maio de 2010

Igreja da Misericórdia em Rio Maior

Igreja da Misericórdia em Rio Maior

Este edifício é o exemplar mais significativo do Barroco no Concelho. A Igreja deve de ter sido construída na época de D. João V (De 1698 a 1750) e era na altura a capela privativa do hospital local.
Em Janeiro de 1759 os moradores de Rio Maior pediram a D. José I a criação de uma irmandade da Misericórdia para tomar conta do hospital e tal foi concedido por alvará a 18 de Abril de 1759.
Em 1810 a Igreja Matriz de Rio Maior entrou em ruína (ainda pode ser vista a torre sineira desta igreja no cemitério local) e a Igreja da Misericórdia passa a ter essa função.
A Igreja da Misericórdia era conhecida com Igreja do Espírito Santo, mas passa a ter como Orago a Nossa Senhora da Assunção.
Em 1875 o espaço desta pequena igreja não era suficiente para o número de fiéis e a população de Rio Maior reclama pela construção de uma nova igreja.
A opção foi pelo alargamento da Igreja da Misericórdia.
Assim o Templo vai sofrer obras de adaptação e remodelação ao longo dos anos seguintes que lhe descaracterizaram um pouco.
Em 1901 a igreja foi novamente alvo de obras de restauro profundas.
Em 1902 com a extinção do Convento de Santa Clara parte do seu recheio veio para a Igreja da Misericórdia de Rio Maior, como: relicário com obra de talha, caixa de relíquias, tocheiros, candeeiro das trevas, imagens, toalhas de altar, ...
Durante o terramoto de 23 de Abril de 1909 a Igreja de São Salvador de Santarém foi destruída, ficando em ruínas, vindo para a Igreja da Misericórdia algumas das suas imagens.
Em 1968 é construída a nova Igreja Matriz, passando esta a ter como Orago a Nossa Senhora da Assunção e a Igreja da Misericórdia passa a ter como Orago a Rainha Santa Isabel, padroeira das Misericórdias.
Deixando de ser Igreja Matriz, a Igreja da Misericórdia sofreu algumas obras nessa altura e mais recentemente, na década de 1990.




Apesar desta pequena igreja, como já foi referido, ter sofrido várias alterações, preserva ainda a arquitectura simples e a talha dourada no seu interior.
No exterior, a fachada é dominada pelas cinco janelas de frontão clássico. Sobressai a imagem da Nossa Senhora da Assunção e lateralmente a pequena torre sineira. Na fachada existe também um painel de azulejos dedicado à Virgem Maria com o escudo português e a data de 1940 (Data em que se comemorou por todo o país a fundação de Portugal em 1140 e a Restauração em 1640).
O interior é constituído por uma só nave, um altar-mor, dois altares colaterais, dois altares laterais e um coro que se dobra em dois corpos laterais apoiados em arcarias.
De salientar os dois altares colaterais em pedra, um com a imagem de Nossa Senhora de Fátima e o outro com a imagem do Sagrado Coração de Jesus. No altar de Nossa Senhora de Fátima pode-se ler uma legenda gravada na pedra com ‘Avé Maria’.
As imagens de Santo António e da padroeira, a Rainha Santa Isabel também se encontram em evidência nas paredes laterais da nave. Na igreja também se pode ver a imagem de São José (imagem em pedra com 50cm que se encontra junto á capela mortuária), São Sebastião (imagem do santo com 120cm em que segura na mão direita uma tocha, localizada junto ao altar-mor), Santa Ana (Ana e Joaquim terão sido os pais da Virgem Maria e a figura de sua mãe representando o sofrimento encontra-se junto ao relicário do Nosso Senhor Morto) e São João Baptista (a escultura encontra-se junto á pia baptismal).
A bonita pia baptismal encontra-se numa divisão lateral e de notar a zona da escada de acesso ao coro com os seus azulejos Seiscentistas azuis e brancos simulando um gradeamento, ornado por uma franja azul e amarela.
O altar-mor é de talha dourada barroca e possui na boca da tribuna uma estátua em madeira do século XVIII representando o Espírito Santo. O dourado que reveste a madeira depois de tratada era muito apreciado durante o século XVII pois ao ouro foi atribuída uma conotação de eternidade e de divino (O ouro é o metal mais precioso, puro e cujas propriedades o tornam muito resistente à acção do tempo).
Antigamente era comum as pessoas mais importantes serem sepultadas dentro das igrejas e esta não é excepção. No entanto com o alargamento da igreja removeram as lápides sepulcrais do seu local original, sendo neste momento só visíveis três delas. As outras ou foram destruídas ou reutilizadas nas obras. Podem-se detectar estas pedras sepulcrais através das suas Epígrafes: Uma encontra-se em frente á porta lateral direita da fachada, junto à escada de acesso ao primeiro piso; Outra como soleira da porta lateral esquerda da fachada; A terceira e mais bem conservada (apesar de cortada para ajustamento do soalho), encontra-se junto à porta do corredor de acesso à sala mortuária.






A Misericórdia é a entidade responsável pela manutenção e conservação do templo e em conjunto com a Paróquia tentam dinamizar o espaço, quer pelas celebrações religiosas, quer pela realização de espectáculos.

Fica de seguida uma imagem do altar desta igreja em 1905.

 
Para saber mais sobre a Primitiva Igreja Matriz
Para saber mais sobre a Actual Igreja Matriz

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Paragem da Rodoviária em Arruda dos Pisões

Em Arruda de Pisões existe este bonito painel de azulejos alusivo a São Gregório.
O menos comum é a sua localização.
Este painel de azulejos encontra-se numa das paragens da rodoviária.
Será que é por S. Gregório ser o padroeiro da terra? (O mais provável)
Ou será por as pessoas quando chegam a este ponto vêm tão mal dispostas das curvas da estrada que têm necessidade de evocar o S. Gregório?

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Fonte Figueira em Assentiz

Quem se desloca de Assentiz em direcção a São João da Ribeira, passa pela Fonte Figueira.
Esta fonte encontra-se numa das curvas da estrada.

A fonte encontra-se só com pequenas alterações efectuadas pelo homem, o que surpreende.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Rotunda da Praça da República em Rio Maior


A Rotunda da Praça da República situada no final da Praça da República é a rotunda mais central de Rio Maior. Faz a ligação com a Avenida Paulo VI, a Avenida Dr. João Calado da Maia, a Avenida João Ferreira da Maia, a Rua Dr. Francisco Barbosa e a Rua Almeida Cândido dos Reis.
Foi em 2006 que a rotunda foi inaugurada.
Possui um estilo muito minimalista, mas a névoa feita com os pequenos ‘chafarizes’ conferem-lhe um aspecto agradável.

Em Dezembro de 2012 esta rotunda foi demolida e no seu local apareceu em Abril de 2013 a nova rotunda. Pode consultar mais informações sobre esta nova rotunda em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2013/04/nova-rotunda-da-praca-da-republica.html