sexta-feira, 19 de novembro de 2010

5/11 - Rio Maior - Antigo/Actual - Largo Gato Preto

Imagem Antiga:
Imagem Actual:

As imagens antigas foram recolhidas de vários Sites ou Blogs dos quais não guardei registo.
Espero que os seus proprietários não se importem com a sua colocação nesta mensagem.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

4/11 - Rio Maior - Antigo/Actual - Nascente rio Maior

Imagem Antiga:
Imagem Actual:

As imagens antigas foram recolhidas de vários Sites ou Blogs dos quais não guardei registo.
Espero que os seus proprietários não se importem com a sua colocação nesta mensagem.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

2/11 - Rio Maior - Antigo/Actual - Capela N. S. Vitória

Imagem 1 Antiga:
Imagem 1 Actual:
Imagem 2 Antiga:
Imagem 2 Actual:
Imagem 3 Antiga:
Imagem 3 Actual:

As imagens antigas foram recolhidas de vários Sites ou Blogs dos quais não guardei registo.
Espero que os seus proprietários não se importem com a sua colocação nesta mensagem.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

1/11 - Rio Maior - Antigo/Actual - R. Serpa Pinto

Imagem 1 antiga: Imagem 1 Actual:
Imagem 2 Antiga:
Imagem 2 Actual:
As imagens antigas foram recolhidas de vários Sites ou Blogs dos quais não guardei registo.
Espero que os seus proprietários não se importem com a sua colocação nesta mensagem.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Mercado Municipal de Rio Maior


O Mercado Municipal de Rio Maior foi inaugurado a 04 de Abril de 1988 e a entrada principal fica na rua Dr. Francisco Barbosa.



Apesar de ser um mercado tradicional e por isso ter o seu encanto não esconde os problemas que possui em termos de uma certa degradação das infra-estruturas e falta de condições para quem lá trabalha e a quem o visita.
É urgente modernizar o Mercado Municipal, de forma a torná-lo mais eficiente e a sua oferta mais apelativa. A recuperação e modernização do mercado está já em fase de análises de candidaturas pelo executivo camarário, segundo o Programa de Acção para a Regeneração Urbana da Cidade. O concurso público foi publicado no Diário da República, número 210, de 28 de Outubro de 2010 (anúncio nº 4916/2010).
A obra está prevista decorrer em duas fases:
1º Rés/chão – Instalação de infra-estruturas para o mercado diário, como instalações sanitárias, câmaras frigoríficas, bancas para peixe, talho e expositores de frescos;
2º Primeiro andar – Espaço comercial polivalente com possibilidade de abrir uma loja de conveniência.

Pode saber mais sobre o Mercado Municipal em: 
http://rio-maior-cidadania.blogspot.com/2019/02/mercado-municipal-de-rio-maior.html
 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Oratório

Em muitos dos lugares de Portugal, neste caso em Arrouquelas, ainda está bem vivo o hábito de receber o oratório em casa.
O oratório vai passando de casa em casa, convidando os seus habitantes à oração, ou se preferirem, à reflexão.

Neste caso do oratório de Arrouquelas, é um nicho de madeira que se fecha para ser mais fácil e seguro transportar e que contem a imagem da Sagrada Família.


Os oratórios têm a sua origem nos primórdios da idade média.
Inicialmente a família real possuía uma pequena capela real com imagens, destinada à oração. Inspirando-se nos costumes da realeza, as famílias mais abastadas passaram também a possuir altares nas suas casas. À medida que o culto dos santos se propagava, estes altares passaram a ser também usados pelas confrarias (associações leigas) chegando assim este costume até ao povo.
As pessoas começaram, a partir de então, a desejarem ter na sua posse relíquias ou objectos de piedade de modo a se sentirem mais seguras e mais próximas do mundo sagrado. As imagens pintadas ou esculpidas de santos começam a proliferar e muitas vezes guardadas em pequenos altares de modo a se conferir um ambiente mais propício para a oração.
Estes oratórios não ficaram confinados a Portugal, chegando e proliferando pelas ex-colónias, pelas mãos dos colonizadores portugueses que eram muito religiosos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Antigo Forno de Cal em Rio Maior.

Perto da zona das Bocas, mais precisamente junto ao entroncamento entre a estrada EN114 com a estrada que liga ao Bombarral, encontram-se os vestígios de um antigo forno de cal.
Este forno está quase completamente tapado pela vegetação, mas ainda é perfeitamente visível a sua forma circular, as paredes em pedra e a zona de acesso ao referido forno.
Apesar deste vestígio estar em ruínas, poderia estar melhor preservado e identificado.
.
Vista pelo lado de entrada no forno

Vista pela zona superior (por onde o forno seria coberto)

A cal (óxido de cálcio) é conseguida pela decomposição térmica de calcário.
Após a extracção do calcário (muitas vezes usam-se pedras de mármore, que não são mais do que calcário sujeito a altas temperaturas), este é seleccionado e partido em pedaços pequenos. A pedra é então colocada dentro dos fornos aquecidos a lenha e a sua temperatura interna precisa de subir a cima dos 850ºC para o processo de calcinação se dar. A calcinação origina a cal (óxido de cálcio: CaO) e gás carbónico (CO2).
A cal era e continua a ser usada na construção civil para a criação de argamassas com que se erguem paredes e muros, bem como na pintura destes.
A cal é também usada pela indústria cerâmica, indústria siderúgica para a obtenção de ferro, indústria farmacêutica para agentes branqueadores e desodorizantes, indústria extractiva para produzir escórias e agricultura para controlar a acidez dos solos.