segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Natal Nocturno em Rio Maior

Ficam algumas fotografias nocturnas de Rio Maior sob as luzes Natalícias.

Fica também a nota da excelente iniciativa realizada pela Câmara Municipal de Rio Maior à qual aderiram alguns particulares que emprestaram 22 lojas a mais de 60 munícipes para promoverem e venderem os seus artigos artesanais.
Com os espaços iluminados e enfeitados existe um motivo extra para usufruir do comércio local durante todo este mês de Dezembro. 















domingo, 8 de novembro de 2015

Monumento com Semi-reboque em Rio Maior


No dia 5 de Novembro de 2015, pelas 15:30, foi inaugurado um monumento na rotunda da Zona Industrial em memória de José Luis Soveral e Sérgio Soveral (Industriais).

O monumento consiste numa réplica de um semi-reboque dentro de uma esfera armilar. A esfera contem uma faixa com as palavras Humildade, Seriedade e Vontade.
Os trabalhadores do Grupo JOLUSO-INVEPE, propuseram e executaram este monumento de forma a homenagear os antigos patrões (pai e filho) que faleceram de forma trágica.

Foi debaixo de chuva intensa que a inauguração se realizou integrada nas comemorações do feriado municipal de Rio Maior. A cerimónia contou com a presença dos funcionários do grupo JOLUSO-INVEPE,  da administração do grupo, Paula Soveral e Eduardo de Oliveira Duarte, da Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, do Presidente da Assembleia Municipal, António Arribança, do Presidente da AIP, José Eduardo Carvalhos e de muitos outros que se associaram.

domingo, 1 de novembro de 2015

Casa Assombrada em Rio Maior

Nestas últimas duas noites, a Casa Senhorial D'el Rei D. Miguel virou uma verdadeira casa assombrada.

Esta 2ªedição estava muito bem preparada e todos deram o seu melhor para provocar gritos e arrepios nos visitantes. Ninguém ficou indiferente.
O grande sucesso do evento causou grandes filas à entrada, chegando mesmo a espera a ultrapassar as duas horas. Devido ao grande interesse da população nesta actividade sugere-se que o controlo da sequência de entrada seja melhorado na já aguardada próxima edição.
Parabéns a todos os intervenientes nesta noite de assombração.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A Inquisição em Rio Maior


A Inquisição em Rio Maior

História da Inquisição em Portugal 
A Inquisição nasce dentro do sistema jurídico da Igreja Católica Romana durante o século XII, em França, para combater a heresia.
Houve três factos históricos que precipitaram a entrada da Inquisição em Portugal:
- Em 1492 Espanha expulsou os Judeus e muitos deles vieram para Portugal.
- Em 1506 após um incidente na Igreja de são Domingos em Lisboa resultou em três dias de distúrbios e a morte de aproximadamente 2.000 pessoas.
- Em 1531 em que houve uma série de tremores de terra na zona da Estremadura. Os frades aproveitaram para espalhar o pânico entre as populações camponesas acusando os judeus (cristãos-novos) como objecto da ira divina.
Em 1531 o rei português D. Manuel I, para cumprir o acordo de casamento com Maria de Aragão pediu para ser instituída a Inquisição em Portugal. Em 1533 D. João III, filho da rainha D. Maria renovou o pedido ao Papa Paulo II que o consentiu. Em 23 de Maio de 1536 foi instituída a Inquisição em Portugal e a sua sede foi em Évora que era onde se encontrava a corte. Em 1534 a corte voltou para Lisboa e com ela o novo Tribunal. A partir de 1541 foram criados os tribunais de Coimbra, Porto, Lamego, Tomar e Évora.
Em 1544 o Papa mandou suspender a execução de sentenças da Inquisição portuguesa, interrompendo-se os autos-de-fé. As primeiras instruções para o funcionamento da Inquisição em Portugal são assinadas pelo cardeal D. Henrique e o primeiro regimento surge em 1552.
A Inquisição portuguesa foi-se extinguindo ao longo do século XVIII e em 1821 numa sessão das Cortes Gerais foi extinta oficialmente.
No século XIX todos os estados europeus extinguiram os tribunais da Inquisição, embora tenham sido mantidos pelo Estado Pontifício. Em 1908 o Papa Pio X renomeou a instituição como “Sacra Congregação do Santo Ofício” e em 1965 no pontificado de Paulo VI assumiu a designação de “Congregação para a Doutrina da Fé”.

Mas qual seria o objectivo real da Inquisição em Portugal? Segundo alguns autores e com os quais eu concordo, o objectivo seria simplesmente o de subsistir, criando uma estância de poder para os inquisidores e seus familiares. A Inquisição não teve a ver com religião mas com o facto de querer durar no tempo e para isso criar uma tarefa que agradava à sociedade no seu tempo que era a de perseguir e humilhar os cristãos novos. O móbil da Inquisição não poderia ser o confisco dos bens dos réus, pois muitos dos réus poucos bens possuíam e os bens confiscados não seriam suficientes para pagar as despesas.

É costume dizer-se que a Inquisição em Portugal não foi muito cruel. Na realidade os mortos à mão da Inquisição não devem ultrapassar as 3.000 pessoas. Mas se este número só por si já é elevado, temos ainda de adicionar as várias dezenas de milhar de pessoas que sofreram e foram humilhados, sendo obrigados a dizerem que pertenciam a uma religião que não era a sua, a verem-se espoliados de todos os seus bens e/ou a serem votados ao degredo.

Processos em Rio Maior: 

Pedro Rodrigues
- Referência: PT/TT/TSO-IL/028/01153
- De 28/08/1563 a30/12/1574 
- Estatuto social: cristão-velho
- Idade: 40 anos
- Crime/Acusação: blasfémia
- Cargos: moleiro
- Naturalidade: Rio Maior
- Morada: Rio Maior
- Estado civil: casado
- Cônjuge: Maria Álvares
- Data da prisão: 28/08/1563
- Sentença: auto-da-fé privado de 07/01/1574. Abjuração de leve, penitências espirituais, pagamento de custas. 

Maria Freire
- Referência: PT/TT/TSO-IL/028/04875
- De 14/06/1640 a 12/10/1646 
- Estatuto social: parte de cristã-nova
- Idade: 60 anos
- Crime/Acusação: judaísmo
- Naturalidade: Torres Novas
- Morada: Rio Maior
- Pai: Rodrigo Barroso, cristão-velho, vivia de sua fazenda
- Mãe: Guiomar Gomes
- Estado civil: casada
- Cônjuge: Bernardo Toscano, cristão-velho, vivia de sua fazenda
- Data da prisão: 14/06/1640
- Sentença: auto-da-fé de 06/04/1642. Confisco de bens, abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, instrução na fé católica, penitências espirituais.
- Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 4875 

Catarina Coelho
- Referência: PT/TT/TSO-IL/028/02077
- De 12/08/1662 a19/05/1665
- Crime/Acusação: curandeira, bruxaria, superstição
- Cargo: moleira
- Naturalidade: Rio Maior
- Morada: Rio Maior
- Estado civil: casada
- O processo não tem sentença.
- Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 2077 

Rodrigo Henriques
- Referência: PT/TT/TSO-IE/021/7811
- De 05/06/1671 a 11/04/1672 
- Estatuto Social: Trabalhador
- Crime/Acusação: Judaísmo,heresia e apostasia
- Naturalidade: Alvito
- Morada: Rio Maior, Termo de Santarém
- Pai: António Lopes Henriques
- Mãe: Clara Dias
- Estado Civil: Casado
- Nome do Cônjuge: Isabel Nunes
- Data da Sentença: 03/04/1672
- Data do Auto de Fé: 03/04/1672
- Outros Dados: Apresentado em 05/05/1671. Ouvido no dia 12 do mesmo mês. Contra ele foram extraídas culpas dos processos de seus irmãos, de seus tios, de seus primos, etc. Em 11/04/1672-04-11,foi mandado em paz. M.M.C.
- Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Évora, proc. 7811

-Joaquim Velho de Araújo
- Referência: PT/TT/TSO-IL/028/04873
- De 18/02/1743 a 09/07/1744
- Idade: 15 anos
- Crime/Acusação: judaísmo
- Cargo: moço de servir
- Naturalidade: vila de Avis
- Morada: Rio Maior, comarca de Santarém
- Pai: António Velho de Araújo, cristão-novo
- Mãe: Francisca das Neves, cristã-nova
- Estado civil: solteiro
- Data da prisão: 08/03/1743
- Sentença: auto-da-fé de 21/06/1744. Confisco de bens, abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo, instrução na fé católica, penitências espirituais.
- Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 4873

Denúncia de Luísa Micaela contra frei Miguel dos Reis
- Referência: PT/TT/TSO-IL/028/CX1577/13654
- De 25/06/1786 a01/02/1804 
- Correspondência recebida do notário Luís Henriques de Carvalho, de Rio Maior, com denúncia apresentada por Luísa Micaela contra frei Miguel dos Reis, acusado de solicitação, é religioso Mariano e assistente no Convento do Carmo de Santarém.
- Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 13654

Existem muitos outros relatos da atividade da Inquisição em Rio Maior. Como o da passagem do visitador do arcediagrado de Santarém, Simão da Costa de Amaral, que em Maio de 1620, se encontrou em Torres Novas com uma comissão dos inquisidores e remeteu ao santo ofício as culpas por si levantadas de um caso ocorrido em Rio Maior e outro em Torres Novas. As denúncias eram relativas ao comportamento de sacerdotes.

Pode saber mais sobre os cristãos-novos em Rio Maior, em: 

sábado, 10 de outubro de 2015

Centro Geográfico de Rio Maior (Cidade)



Num dos degraus de acesso aos Paços do Concelho de Rio Maior, existe um marco metálico com as seguintes inscrições:
“ I.G.C.; NP 373; Serviços Geodésicos”

Este marco não faz parte dos Marcos Geodésicos Portugueses, como se pode ver pelo mapa seguinte em que esses marcos estão marcados.

Se quiser consultar o mapa de Portugal Continental com os marcos geodésicos, pode aceder a: 

Este marco assinala o Centro Geográfico da Cidade de Rio Maior.
Após a construção do edifício actual dos Paços do Concelho de Rio Maior a placa que já existia, foi incluída no degrau.


Breve resumo histórico do IGC (Instituto geográfico e Cadastral)

1926
É criado o Instituto Geográfico e Cadastral (IGC), como Direção-Geral autónoma do Ministério do Comércio e Indústria, dividido em quatro Direções de Serviços (Geodésicos, Cartográficos, Geométricos do Cadastro, Técnicos e Toponímicos) e uma Divisão Técnica de Avaliação. Em 1940, o IGC passa para o Ministério da Economia e em 1949 é integrado no Ministério das Finanças.
1980
É publicada uma nova Lei Orgânica do IGC. na qual se destaca a criação das Delegações Regionais e de uma Escola de Formação e Aperfeiçoamento, com Cursos Técnicos Profissionais reconhecidos pelo Ministério da Educação.
1987
O IGC é integrado no Ministério do Planeamento e da Administração do Território.

A história completa pode ser lida em: 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Monumento aos Combatentes em Rio Maior


No passado Domingo, 27 de Setembro de 2015, comemorou-se o 91º aniversário do Núcleo de Rio Maior da Liga dos Combatentes e após a inauguração da nova sede, foi também inaugurado o muito aguardado monumento aos combatentes riomaiorenses.

Quase tudo o que há a dizer sobre este monumento está descrito na placa metálica que lá se encontra e onde se pode ler:
“Este monumento pretende-se simples como simples são os Homens que honraram e lutaram pela Pátria. Esta peça escultórica evoca sentimentos fortes e recordações daqueles que combateram na Primeira Grande Guerra e Ultramar.
Traduz-se em três elementos, sendo que o primeiro representa um sentimento de perda, um vazio que vai ser preenchido pelo elemento posterior que simboliza as lembranças, a saudade e o amor à Pátria. Ambos os elementos têm uma espessura de treze centímetros, número que simboliza os treze anos da Guerra Colonial.
O cubo caído desta peça, pretende representar todos aqueles que pela Pátria deram o seu bem mais valioso, a própria vida. A face polida que suporta o brasão da liga dos combatentes pretende representar a suavização que esta entidade proporciona a todos aqueles que ainda atualmente sofrem com as consequências da guerra. A vida emergente no espaço resultante da queda deste cubo pretende representar o renascer de uma sociedade, proporcionado por todos aqueles que por ela se sacrificaram.
Autor a título pró bono
Paulo Evaristo dos Santos”
Um pouco mais a baixo, pode-se ler:
“Inaugurado em 27/9/2015 por:
Liga dos Combatentes, sendo seu presidente Exmo. Sr General Joaquim Chito Rodrigues
Junta de Freguesia de Rio Maior, sendo seu presidente Eng. Luís Filipe Santana Dias

Monumento construído e oferecido pela junta de Freguesia de Rio Maior à Liga dos Combatentes – Núcleo de Rio Maior”

Na inauguração, discursou o Presidente da Junta de Freguesia de Rio Maior (que ofereceu a obra), o projetista riomaiorense do monumento (que o concebeu a título gratuito) e ainda o Presidente do Núcleo da Liga dos Combatentes de Rio Maior, José Carlos Abadesso Santos, o vogal da direção da Liga Central dos Combatentes, José Eduardo Varandas, a Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, e o pároco de Rio Maior, Rev. Padre Diogo (que abençoou o monumento).
Com esta escultura, o espaço verde mais nobre da cidade, o Jardim Municipal 25 de Abril, fica ainda mais enobrecido.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Petróleo em Rio Maior?


Que há petróleo em Rio Maior, não existem dúvidas. Sobre se é rentável extrair esse petróleo, é que existem dúvidas. Pelo menos ao preço atual do crude não é rentável perder tempo sequer para o encontrar.

Os resultados das sondagens são encorajadores e existe a presença de outros fatores necessários para potenciar a comercialização, como haver rochas estáveis e haver a presença de reservatórios naturais subterrâneos.

Em 1996, como tese de doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências da universidade do Porto, a Dra. Deolinda Maria dos Santos Flores Marcelo da Fonseca, apresenta o “Estudo Petrológico e Geoquímico dos Carvões da Bacia de Rio Maior”. No entanto o estudo petrográfico dos carvões na Bacia de Lignites e Diatomitos de Rio Maior foi iniciado por Flores em 1987. Uma das conclusões do trabalho é que “Os carvões de Rio Maior apresentam-se como potenciais produtores de hidrocarbonetos gasosos e líquidos”.

Apesar de muito falada, a corrida ao petróleo que teve o seu auge no início da década de 2010, esfriou e agora deixou-se sequer de falar nas prospeções.


História da pesquisa de petróleo em Portugal:

As primeiras sondagens foram efetuadas no início do século XX e junto a ocorrências impregnadas de petróleo que apareceram à superfície.
Em 1938 foi emitido um alvará de concessão para a pesquisa de petróleo nas bacias Lusitânica e do Algarve. Desde 1938 até 1968 realizaram-se 78 sondagens e cerca de 3.264km de reflexão sísmica.
Algumas das sondagens apresentaram indícios para produção sub-comercial.
Entre 1973 e 1979 foram abertos concursos de pesquisa internacionais e já sob a nova legislação do petróleo que dividia as zonas de pesquiza, onshore (em terra) e offshore (no mar), em blocos. Foram realizadas 22 sondagens e 21.237km de reflexão sísmica. Todas as sondagens foram abandonadas, apesar de apresentarem em algumas bons indícios de petróleo. Em duas das sondagens, Moreia-1 e 14 A1, chegaram-se mesmo a produzir pequenas extrações de petróleo em “drillstemtest”.
Em 1978 volta a haver o interesse pela pesquisa onshore e entre 1978 a 2004 foram atribuídas 23 concessões no onshore, 15 concessões no offshore e 1 licença de avaliação prévia para o deep-offshore da bacia do Algarve. Foram efetuadas 28 sondagens e 36.000km de reflexão sísmica.
Em 2005 foram adjudicadas à Repsol-YPF (Espanha) e RWE-Dea (Alemanha) os blocos 13 e 14.
Em 2006 a MohaveOil&GasCorporation era a única companhia a operar em Portugal e descobriu na região de Alcobaça gás e na região de Torres Vedras recuperou óleo, iniciando-se testes de produção.
Em 2007 foram assinados 12 novos contratos de concessão. A 1 de Fevereiro de 2007 criaram-se mais 3 contratos de concessão para o consórcio Hardman/Galp/Partex que a 25 de Março de 2010 passaram para o consórcio Petrobas/Galp. A 18 de Maio de 2007 foram criadas 4 concessões para o consórcio Petrobas/Galp/Partex. A 3 de Agosto de 2007 foram criadas 5 concessões para a empresa MohaveOil&Gas.
Em 2011 a companhia MohaveOil&Gas anuncia um investimento de 49 milhões de euros para encontrar petróleo nas suas concessões (Aljubarrota, Rio Maior, Torres Vedras, Offshore São Pedro de Moel e Offshore Cabo Mondego).
Em Maio de 2014 a MohaveOil&Gas que fazia prospeção de petróleo na Região Oeste de Portugal anunciou o abandono das operações por falta de financiamento.
Em 2014, com a saída da Petrobras dos consórcios, o Governo Nacional decidiu dar mais tempo à Galp para pesquisar petróleo no Alentejo.
Em 2015 a empresa britânica IONIQ Resources afirma ter localizado 6 jazidas de petróleo em Portugal continental, via uma tecnologia que deteta recursos naturais por satélite e que valeriam mais de 43 mil milhões de euros brutos. Esta empresa tentou vender o estudo ao Governo Nacional por 8,2 milhões de euros no qual aparece o petróleo a uma profundidade entre os dois e os três mil metros.
Atualmente a Galp e a Eni continuam a fazer prospeção petrolífera no mar, ao largo do Alentejo.
Para além da procura do Petróleo e do Gás Natural, começa em Portugal a procura pelo combustível ShaleGas. O Shale Gás encontra-se a profundidades entre os 600 e os 3.000 e existem evidências da sua existência no Bombarral, Cadaval e Alenquer.




A Origem do Petróleo:
Existem duas explicações para a formação do petróleo:
  - Biológica, resultado da degradação de matéria orgânica em ambientes redutores a pressão e temperatura elevada.
  - Abiótica, resultado da reação química no interior da terra entre o carbono e metais. A libertação de metano nas zonas de atividade sísmica suporta esta teoria.

História:
O nome Petróleo tem origem nas palavras gregas petra (pedra) e elaion (óleo).
Existem registos do século V D.C. em que na China o petróleo era usado para a produção de sal (para ajudar a evaporar a água), na Pérsia o petróleo era usado para a medicina e para a iluminação e no século VIII D.C. era usado em Bagdad para pavimentar estradas.
A produção de petróleo como é atualmente conhecida começou em 1846 com Abraham Gesner a refinar querosene a partir do carvão, o que levou IgnacyLukasiewicz a fazer o mesmo mas a partir do óleo mineral. A primeira refinaria foi construída em Baku, Azerbaijão, no ano de 1861.