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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Minerais em Rio Maior no MINDAT.ORG

No site mindat.org, podemos encontrar uma impressionante coleção de minerais de todo o Mundo.

O Concelho de Rio Maior também está lá representado e aí podemos encontrar alguma das amostras de minerais que cá existem. Claro que aqui não estão todos os minerais que existem, mas é uma amostra de minerais interessantes. Estão representadas várias formas de calcita, magnetita, halita, serpentinito e diatomita.


O mindat.org, coleciona, organiza e compartilha informações sobre minerais, desde outubro de 2000. O mindat.org oferece uma plataforma que promove o conhecimento sobre geologia, mineralogia e industria de extração.

Atualmente (5 fevereiro 2026) no mindat.org, podemos encontrar 17.855.703 itens em todo o nosso planeta.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Pegada de dinossauro na Serra dos Candeeiros

Na Serra dos Candeeiros, junto à lagoa, existe uma pegada de dinossauro gravada numa das pedras desta serra. Esta pedra está junto ao caminho que atravessa a serra.


Em Chãos, numa calçada, existe uma pedra que ao ser aplicada revelou que trazia gravada uma pegada de dinossauro. Pode saber mais em:

https://rio-maior-cidadania.blogspot.com/2012/02/pegada-de-dinossauro-em-chaos.html

 

Pode saber mais sobre a lagoa da Serra dos Candeeiros, em:

https://rio-maior-cidadania.blogspot.com/2010/04/lagoa-na-serra-de-candeeiros.html

domingo, 11 de janeiro de 2026

Geossítio do Plano de Falha de Vale de Barco em Alcobertas

O geossítio do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros está localizado numa antiga pedreira que deixou visivel uma falha tectónica com importância científica e didática.

Na antiga pedreira explorou-se calcite, que no passado preencheu uma espessa caixa de falha integrada no acidente tectónico Rio Maior – Porto de Mós. Esta falha corta a leste o anticlinal da Serra dos Candeeiros e coloca em contacto rochas calcárias do Jurássico Médio (a oeste) com as do Jurássico Superior (a este).

Observam-se grandes planos de falha com estrias indicadoras de movimentação polifásica.



Os visitantes têm visível toda esta força da natureza que resultou no plano de falha de Vale de Barco. Os visitantes podem também fazer um pequeno percurso circular pelo geoparque. O percurso é seguro e está devidamente vedado, mas não se deve sair do local demarcado pois pode haver o risco de derrocada ou queda.




Existem painéis interpretativos e uma pequena zona de descanso composta por 4 mesas de pedra e respetivos bancos.


A 10 de maio de 2025, foram inaugurados os paineis interpretativos do geossítio do Vale de Barco. Inauguração inserida nas festas da Vila de Alcobertas.

Na inauguração estiverem presentes, o Presidente do Município de Rio Maior, Filipe Santana Dias, o Vereador Miguel Santos, o Diretor Regional da DRCNF – LVT, Carlos Albuquerque, o presidente da Junta de Freguesia de Alcobertas, Tiago Martins, entre outras individualidades e instituições.

Mas este é um projeto que começou há já vários anos:

- Em 2019, a Junta de Freguesia de Alcobertas iniciou os trabalhos de recuperação paisagística com o apoio do ICNF, abrangendo mais de 91 mil metros quadrados.

- Preparação do terreno por forma ao enchimento do fundo da pedreira.

- Colocação de vedações de segurança nas zonas transitáveis para promover a visitação segura do local.

- Execução de um muro ao longo do caminho com pedra seca para impedir a deposição de materiais.

- Florestação com a ajuda das escolas da região, dos escuteiros e das Brigadas de Sapadores Florestais

- Limpeza do pinhal no interior da área recuperada.

- Colocação de painéis interpretativos com conteúdo produzido pelo ICNF.

- Execução do parque de merendas.

 

Localização: a 1 km do Olho de Água de Alcobertas, Rio Maior.

Coordenadas GPS: 39.436700045270534, -8.906933894018463

sábado, 10 de janeiro de 2026

Vespa Asiática em Rio Maior

Desde 2017 que a Vespa-asiática anda por Rio Maior.

Estes 2 ninhos aqui reportados são visíveis em Ribeira de São João.

 

 

Interessa aqui realçar a importância em reportar o avistamento dos ninhos e das vespas de modo a se poder controlar esta praga.

A vespa-asiática (Vespa velutina) é uma espécie de vespa nativa do Sudeste Asiático.

Em Portugal trata-se de uma espécie invasora que constitui uma preocupação séria devido à sua ação predadora que põe em perigo as abelhas autóctones. É uma praga que pode dizimar um enxame das europeias em poucos dias.

A Vespa Velutina chegou à Europa (França) por via marítima, em 2004.

A vespa-asiática disseminou-se muito rapidamente pela Europa e chegou a Portugal em 2011. Em 2017 esta vespa é também identificada em Santarém.

 

Como identificar uma vespa asiática?

 

Como identificar um ninho de vespa-asiática?

Existem dois tipos de ninho da vespa-asiática:

   - Os embrionários assemelham-se a pequenas esferas, com 5 a 10 centímetros de diâmetro e têm uma abertura no fundo;

    - Os ninhos secundários são esféricos ou em forma de pêra, com uma pequena abertura lateral. As suas dimensões são entre 60 e 80 centímetros.

 

Método de ataque às abelhas?

Espera as abelhas carregadas de pólen junto das colmeias; depois, captura-as e corta-lhes a cabeça, patas e ferrão, para aproveitar o tórax, a parte mais rica em proteínas; por fim, transporta-as para o seu ninho para alimentar as larvas.

 

O que fazer em caso de avistamento?

- Não tente destruir ou mexer no ninho sozinho: a vespa-asiática pode reagir em grupo.

 - Reporte o ninho na ferramenta STOPvespa do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Basta preencher o formulário com as informações necessárias e anexar as fotografias da vespa ou do ninho.

- Mantenha distância e evite agitar ou perturbar o local.

sábado, 24 de outubro de 2020

O Esquilo Vermelho em Rio Maior.


O esquilo-vermelho é um roedor omnívoro que habita nas árvores e é muito comum na Europa e na Ásia.
O esquilo-vermelho tem um comprimento típico de 19 a 23 cm (excluindo a cauda), uma cauda entre 15 e 20 cm de comprimento e um peso entre 250 e 340 g.
 
 

Em Portugal, o esquilo-vermelho desapareceu no século XVI, provavelmente devido à perda de habitat.  Este esquilo também era caçado pelo valor da sua pelagem.
Desde os anos 1980 que esta espécie começou novamente a colonizar o norte de Portugal com esquilos vindos da Galiza, Espanha.
A expansão natural dos esquilos-vermelhos já repovoou grande parte de Portugal, incluindo Rio Maior.
O esquilo-vermelho também foi introduzido de forma artificial em áreas urbanas como o Parque Florestal de Monsanto, em Lisboa, e o Jardim Botânico de Coimbra.
 

 
Em Rio Maior já existem avistamentos frequentes em aldeias como Arrouquelas.
Apesar de na nossa região os esquilos terem muitos predadores, vamos ver se a colónia se expande. Os principais predadores são os cães, gatos, raposas, corujas e gaviões.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Resinagem em Rio Maior


A Resinagem ainda continua ativa em Rio Maior.
Apesar de cada vez haver menos pinheiros devido à invasão dos eucaliptos é ainda possível ver a resina a correr bem perto da cidade de Rio Maior, como é o caso de Vale de Óbidos.

A resina é uma secreção das plantas, mais abundante mas espécies resinosas que serve para proteger a árvore das agressões, quando sofrem danos ou feridas. A resina é um líquido viscoso translúcido de cor amarela acastanhada que estimula a cicatrização da ferida e funciona como protector pois repele herbívoros e insectos. A resina não deve ser confundida com a seiva pois têm funções e características diferentes na árvore.


A resinagem é praticada manualmente pelo resineiro com o objectivo de extrair, recolher, limpar e acondicionar a resina de pinheiros.
A extracção da resina consiste em fazer cortes na casca do troco, fazendo com que a árvore produza e liberte a resina que é recolhida num recipiente preso à árvore.
A resinagem permite uma valorização extra dos povoamentos de pinheiros promovendo a criação de emprego e riqueza nos meios rurais.
A resinagem está regulada pelo decreto de lei nº 181/2015 de modo a permitir que a árvore continue a crescer ao longo da sua vida.

A resina é entregue a fábricas que a transformam em matéria prima para variados produtos.
A resina entra no fabrico de: Aguarrás; Vernizes de óleo; Lacas; Graxas; Colas; Elásticos; Indústria do papel; Medicina; …


Em termos históricos sabe-se que as resinas, incenso e mirra, foram muito utilizadas em rituais religiosos na Grécia, Roma e antigo Egito. Desde a Idade da Pedra até à Idade do Bronze o âmbar (resina fossilizada) era muito popular como ornamento. No meio naval a resina era usada para impermeabilizar e tornar mais resistentes a estrutura de madeira, mas também as cordas e lonas.
O uso excessivo das resinas levou ao aparecimento das primeiras resinas sintéticas em 1907 por Leo Baekeland.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Proibido Pescar



Esta não é mais uma proibição, mas uma impossibilidade, pois o rio Maior está morto.
O rio Maior está transformado num lamaçal de poluição.


Alguém se fartou e colocou esta placa na zona do Rio da Ponte, junto ao cemitério de Rio Maior.
Na placa são enumerados alguns dos poluidores que todos conhecem, mas que as autoridades insistem em fechar os olhos.

Olhando um pouco para baixo em direção à lama de porcaria, pode-se ver uns peixinhos artificiais já que os verdadeiros há muito que ninguém os consegue ver. Nem os muitos patos que nesta zona havia conseguiram resistir.

Não adianta ficarmos muito impressionados com os rios na Índia, as centrais a carvão na Rússia, a queima da floresta da Amazónia, a ilha de plástico no Pacífico,... quando bem perto de nós deixamos o rio Maior ser transformado em esgoto.

terça-feira, 7 de maio de 2019

O Lugar das Bocas e as suas galerias subterraneas


Que o rio Maior tem tido menos caudal nos últimos anos é um facto. 
De recordar que ainda no século passado Rio Maior tinha muitas azenhas movidas pela força das águas do rio, chegou a ter uma unidade industrial, a Moagem Maria Celeste, cujo acionamento era hidráulico e chegou mesmo a ter uma central hidroelétrica. Segundo alguns relatos, o rio Maior era mesmo navegável a partir de São João da Ribeira até ao rio Tejo. 
Vendo o caudal que sai pelas nascentes das Bocas nota-se que as principais nascentes do rio secam muito rapidamente quando o período de chuvas acaba.
Uma das razões para esta mudança, pode estar na água ter encontrado outras saídas preferenciais pelo maciço calcário da Serra dos Candeeiros saindo assim menos água na zona das Bocas. 
A nascente nas Bocas está bem descrita num artigo de Christian Thomas em 1991. “Grande ressurgimento na parte Sul do planalto dos Candeeiros. Esta nascente está bloqueada pelos blocos de pedra caídos, sobre os quais se construiu a estrada que liga Rio Maior a Caldas da Rainha.”
Em 1988, João Neves descobriu uma pequena entrada que após um percurso estreito dá acesso a um sifão que ele explorou até cerca de 100 metros. É por esta zona que passa a água que vai alimentar o rio Maior. 
A planta e o corte da passagem encontrada e explorada estão no topo deste artigo.

Sobre esta entrada também pode saber mais em: 


Mais recentemente, no Verão de 2016, membros da Associação AESDA e XploraSub confirmaram os mapas acima descritos e completaram-nos ainda mais.
Nesta nova exploração descobriram mais de 150 metros de novas galerias subterrâneas. Esta expedição permitiu ainda detetar um novo algar que dá acesso à zona freática da gruta e que se encontra à cota absoluta dos 100 metros.




Pode saber mais sobre esta exploração em: 

Neste artigo fica assim mostrado que por baixo do maciço calcário da Serra dos Candeeiros existem reservatórios de água e uma grande ramificação de rios subterrâneos que como qualquer curso de água vai criando novos caminhos com o passar dos anos.
Claro que os furos de captação de água da empresa Águas do Oeste também desviam uma parte da água para uso público. 

Pode saber sobre um estudo de 1867 para aproveitar esta água no abastecimento de Lisboa, em: 
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2013/02/estudo-de-1867-para-abastecer-agua.html
Pode saber mais sobre a Moagem Maria Celeste em: 
https://rio-maior-cidadania.blogspot.com/2010/01/moagem-maria-celeste.html 
Pode saber mais sobre a antiga Central Hidroelétrica em:

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Ecopista no antigo ramal ferroviário


As Câmaras Municipais de Rio Maior e Santarém estão a desenvolver contatos para a construção de uma ecopista no traçado do antigo ramal ferroviário que liga Rio Maior a Vale de Santarém.


Este tema foi abordado ontem (25-01-2018) durante um seminário da Comunidade Urbana da Lezíria do tejo e que conta com a participação de 11 municípios da região.
O presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, partilhou algumas fotos onde mostra a situação atual e no que se pode transformar com a ecopista.
Esta Ecopista seria de grande valia para o Concelho de Rio Maior, pois permitiria ligar a já extensa rede de ciclovia existente à cidade de Santarém, por uma via segura e confortável para quem quer praticar desporto ou simplesmente ter momentos de lazer na natureza.


Esta ecopista é já falada e ambicionada por muitos habitantes da região.
As Ecopistas associadas ao Turismo de Natureza, constituem um modelo de desenvolvimento alternativo e sustentável, ideal para promover uma cultura de educação ambiental, de ócio, de desporto ao ar livre e de hábitos de exercício saudáveis com a mobilidade não motorizada.

O que é necessário ser feito:
• Diagnóstico e conceção da Ecopista
• Realizar protocolos com associações
• Execução das obras de limpeza e estabilização da via
• Colocação de guardas de madeira para a proteção de locais com falta de segurança
• Limpeza das linhas de água e criar drenagens se necessário
• Execução da pavimentação do trajeto
• Sinalética e instalação de mobiliário nos pontos de descanso ou paragem
• Elaborar a produção de conteúdos relativos a fauna e flora locais
• Disponibilização de informação na Internet


Pode saber mais sobre o antigo ramal de caminho-de-ferro, em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.de/2011/08/antiga-linha-de-caminho-de-ferro-em-rio.html
Pode saber mais sobre a ciclovia em Rio Maior, em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.de/search?q=ciclovia

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Miradouro das 3 regiões em Vila da Marmeleira.


Este simples, mas bonito miradouro encontra-se na Vila da Marmeleira.
A data de construção foi entre 1964 e 1965 e teve como objectivo não ser um miradouro mas um local protegido para os trabalhadores poderem descançar e tomar uma refeição.

O miradouro encontra-se num promontório onde se encontram 3 regiões: Vila da Marmeleira, Assentiz e São João da Ribeira. Deste local consegue-se observar ao longe Arrouquelas.
O pôr-do-sol visto deste local é muito bonito.
A mesa e os bancos corridos convidam a uma permanência para um descanso no meio da natureza.
Deveria de se arranjar a cobertura pois esta ameaça ruir.

A localização mais precisa do miradouro é 39°16'14.7"N 8°51'53.5"W.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Paul da Marmeleira – Destruído.


A única zona húmida do Concelho de Rio Maior desapareceu.

A ribeira que passava pelo Paul foi limitada no seu curso e a movimentação de água foi cortada, encontrando-se agora estagnada.
Toda a zona do Paul foi aterrada numa enorme movimentação de terras que ainda continua.
O que até ao Verão deste Ano era uma zona com elevada biodiversidade, um refugio para aves, uma zona agradável para realizar uma percurso a pé ou de bicicleta, desapareceu.

Pode saber mais sobre o Paul destruído em: 


Apesar de poder ser legal o que aqui se está a passar, não deixa de ser um atentado ao meio ambiente, à natureza e ao património que é de todos nós. 

domingo, 8 de maio de 2016

Escadinhas no rio Maior


O rio Maior corre cheio, mostrando toda a sua força.
O estranho é o rio ter este caudal em pleno mês de Maio.


Em tempos não muito distantes, esta água não passava simplesmente por Rio Maior, era usada.
Haviam inúmeras azenhas e moinhos de água, havia uma central hidroeléctrica, havia industria que usava a força da água para fazer mover as máquinas.
Mas acima de tudo era um rio vivo, um rio amado e uma fonte de vida e riqueza para a região.

Hoje o rio encontra-se ao abandono e passa pela cidade escondido ao contrário do que praticamente todas as outras autarquias fazem que é valorizar os recursos naturais existentes.



Mas há um troço do rio que é a zona das escadinhas (antiga central hidroeléctrica) que mete pena o que por lá se passa.
Esta zona de incrível beleza e que tem um património histórico elevado (já aproveitado no tempo dos romanos, com os vestígios agora enterrados) está completamente invadida de mato, canas e silvas.
O seu acesso é quase impossível e parece haver uma intenção, deliberada ou não, de se criar condições para justificar mais uma demolição.

Pode saber mais sobre este espaço, em: 

Pode saber mais sobre a central hidroeléctrica, em: 

sábado, 19 de setembro de 2015

Monumento Vivo em S. J. da Ribeira


Em Rio Maior também temos monumentos vivos como este imponente exemplar de pinheiro-manso (Pinus pinea L.), que se encontra em São João da Ribeira.

Apesar do pinheiro centenário que possui um perímetro na base de aproximadamente 3,30 metros ainda não ter sido classificado como Árvore de Interesse Público - Monumento vivo, pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (www.icnf.pt/portal/florestas/aip/mon-viv) tem tudo para o ser.
Este exemplar está num terreno particular situado na Rua dos Combatentes - Casais de Cabeça Gorda, Freguesia de São João da Ribeira, Concelho de Rio Maior e debaixo da sua copa já existiu uma eira à qual a árvore oferecia sombra e abrigo para as muitas desfolhadas e namoriscos que aí aconteceram.

Mas o pinheiro esteve para ser abatido na década de 50 do século passado, quando no projecto de electrificação da freguesia (a inauguração da chegada da electricidade a São João da Ribeira foi a 15 de Agosto de 1958) estava contemplado um poste de suporte da linha eléctrica no preciso lugar em que se encontra o pinheiro. Só devido à coragem e determinação do seu proprietário, Manuel Bibiu (que já faleceu), que se opôs ao projecto e numa altura em que se vivia em ditadura conseguiu que a árvore fosse poupada.

Estas árvores centenárias devem de ser cuidadas e preservadas, pois para além do ser vivo que são e da beleza que oferecem, são testemunhas da passagem de várias gerações com histórias que não podem ser apagadas.

A história deste pinheiro está descrita na página do Movimento Cívico Ar Puro, em:
http://movimentoarpuro.blogspot.pt/2015/03/pinheiro-manso-centenario-em-ribeira-de.html?spref=fb

sábado, 11 de abril de 2015

Gruta do Zé do Alpendre em Teira

Em Teira, Alcobertas, existe a Gruta do Zé do Alpendre, assim chamada devido a se encontrar na propriedade dessa pessoa.
 
A gruta situa-se na vertente Este da Serra dos Candeeiros, em 39º23’44”N 8º55’43”W.
Este espaço parece um alpendre com vista para Teira e os seus campos cultivados. Serve também de protecção da chuva ou do sol abrasador nos meses de Verão.