terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Feira de Antiguidades e Velharias de Rio Maior

 
No primeiro sábado de cada mês, realiza-se na Praça da República a Feira de Antiguidades e Velharias.
Estas feiras de velharias são um vício para muitos, move-os o contacto com coisas antigas.
Hoje em dia existem muitos locais virtuais na Internet para se comprar e vender velharias, mas estas feiras oferecem algo mais, como o tocar na peça, sentir o seu cheiro e falar com o proprietário.


domingo, 6 de janeiro de 2013

Presépio em Rio Maior


 
Neste dia de Reis, fica o bonito e estilizado presépio, elaborado pelos funcionários da autarquia de Rio Maior.
O presépio foi montado na Praça da República, em frente à Câmara Municipal. É feito com as imagens em madeira e toda a estrutura em metal.


sábado, 5 de janeiro de 2013

Exposição “Momentos com Sal”


Nesta exposição estão expostos 19 trabalhos de igual número de fotógrafos amadores.
Cada fotógrafo contribui com a sua visão sobre o sal e seus locais de produção.
Ainda pode apreciar estas excelentes fotografias até amanhã, dia 6 de Janeiro no Espaço Cultural SAL, na Fonte da Bica, a escassos metros das salinas.



A exposição que começou no dia 15 de Dezembro é uma iniciativa conjunta com a Secção de Fotografia da Sociedade Filarmónica Alpiarcense.
Sugiro que ao visitar a Aldeia Natal nas salinas aproveite para visitar esta exposição que dá uma outra perspetiva sobre o sal. Este rústico salão que já foi uma antiga adega e atualmente serve de local para praticar atividades como o Yôga, tem-se revelado uma excelente galeria para expor trabalhos de diversas vertentes artísticas.

O Espaço Cultural SAL está aberto das 10h00 às 20h00.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Azambujeira em 1712.


Segue de seguida a descrição de Azambujeira em 1712. É extensa, nomeadamente a descrição da família Carvalho.
O texto começa então, da seguinte forma:
“Capitvlo XIV
Da Villa de Azambujeyra.
Duas legoas de Santarem para o Poente está fundada a Villa da Azambugeyra, assim chamada pelas muytas árvores de Azambujos, de que abunda. Foy antigamente lugar anexo à Igreja de S. Joaõ da Ribeyra, termo de Santarem, & a fez Villa El Rey D. João o Quarto, sendo senhor della o Provedor das obras, & Paço Reaes Lourenço Pires de Carvalho, com Ouvidor posto por ele: tem quarenta vizinhos com huma Igreja Parochial, Vigayraria colada, que apresentaõ os Arcebispos de Lisboa, & duas Ermidas com três fontes. He fértil de paõ, azeyte, legumes, gado, & caça. O seu termo tem o lugar de Affouves com vários casaes, & duas quintas; & consta de cento & dez vizinhos. Tem dous Juizes Ordinarios, três Vereadores, hum Procurador do Concelho, Escrivaõ da Camera, hu Juiz dos Orfaõs com seu Escrivaõ, hum Tabeliaõ, hum Alcayde, & huma Companhia da Ordenança. Foy senhor della Gonçalo Joseph de Carvalho, cuja varonia he a seguinte,
…”







Estas páginas pertencem a:
“Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso Reyno de Portugal, com as noticias das fundações das cidades, villas, & lugares, que contem; varões illustres, gealogias das familias nobres, fundações de conventos, catalogos dos Bispos, antiguidades, maravilhas da natureza, edificios, & outras curiosas observaçoens. Tomo primeyro [-terceyro] / Author o Padre Antonio Carvalho da Costa - Lisboa : na officina de Valentim da Costa Deslandes impressor de Sua Magestade, & á sua custa impresso, 1706-1712. - 3 vol. : il., ; 2º (29) cm”

O documento pode ser consultado no site da Biblioteca Nacional de Portugal, em:

Corografia foi a especialidade da Geografia que se dedicou ao estudo geográfico de um país ou de uma de suas regiões. A descrição corográfica clássica incluía em geral uma referência mais ou menos circunstanciada à historiografia local e um estudo demográfico e antropológico das povoações descritas
A corografia esteve em grande voga na primeira metade do século XIX, sendo depois paulatinamente substituída pela geografia regional à medida que a descrição dos lugares se foi integrando no contexto mais vasto do ambiente em que se inserem e as questões históricas foram sendo relegadas para outros âmbitos disciplinares.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Fonte Casal Reinald, em Fráguas

Em Fráguas, existe a Fonte do Casal Reinald.
Esta fonte encontra-se ligeiramente desviada da estrada principal e por baixo de um grande sobreiro. Para quem não conheça o local e queira lá chegar, as suas coordenadas são 39º21’47”N, 8º51’13”W.
 
 
A água de nascente é bombeada por uma nora em ferro que se encontra danificada.
Apesar de todo o local ter sofrido recentes obras de beneficiação, encontra-se um pouco abandonado.
O poço inicial ruiu e foi construído um outro envolvendo o primeiro, conforme se pode constatar abrindo a porta que lhe dá acesso.


 
Antigamente este local servia de ponto de encontro para os habitantes da localidade.
Mais um bonito recanto da freguesia que poderia estar melhor identificado.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Arca de Noé em Asseiceira?

Em 1938, quando se procedia a obras na estrada que liga Rio Maior a Quebradas (Atualmente EN1 após o Plano Rodoviário Nacional de 1945), perto da ponte romana de Asseiceira que se encontrava em ruínas, foram descobertos os restos de uma embarcação muito antiga.
Esta descoberta ocorreu quando se procedia a um desaterro perto da aldeia.
A cerca de 12 metros de profundidade encontraram-se grossas pranchas de madeira, apodrecidas e grosseiramente talhadas. Limpando com cuidado o local do achado encontraram o esqueleto de uma enorme barca, de construção antiquíssima e de enorme solidez. Algumas das vigas pertencentes ao cavername, possuíam uma secção com cerca de um metro quadrado.
O encarregado da obra, o Sr. J. da Silva mandou retirar com cuidado as pranchas de madeira para serem analisadas e um dos engenheiros chegou mesmo a verbalizar a sua teoria de que a barca pertenceria à época do grande dilúvio, ou seja, estaríamos na presença da arca de Noé.
Infelizmente as pranchas de madeira não foram devidamente datadas, logo, não se pode avançar mais sobre o achado.
Este episódio foi relatado no jornal “Concelho de Rio Maior”.
 
Segundo a história:
 2948 a.C. - Nasce Noé, filho de Lameque (então com 182 anos de idade)
 30 de Novembro de 2349 a.C. - Deus manda Noé se preparar.
 07 de Dezembro de 2349 a.C. - Noé, seus filhos e todas as espécies entram na arca.
 Chove por 40 dias e 40 noites e as águas cobrem a Terra por mais 150 dias.
 06 de Maio de 2348 a.C. - A arca encalha no monte Ararate.
 19 de Julho de 2348 a.C. - Aparecem os topos das montanhas.
 18 de Dezembro de 2348 a.C. - Deus ordena a Noé que saia da arca (Noé tinha 601 anos).