No cemitério de Rio Maior podemos encontrar uma torre com os sinos paroquiais. Esta torre pertenceu à primitiva igreja matriz dedicada a Nossa Senhora da Conceição.
Em Rio Maior, existiu uma igreja no exterior do espaço da
aldeia e localizada na outra margem do rio. Pensa-se que a data de construção
desta igreja esteja compreendida no último quartel do século XII, mas ela não teve um papel decisivo
na organização e na fixação do povoamento. Aparece uma referência a esta igreja
no ‘Inventário dos Bens e Orbituários de Santa Maria da Alcáçova de Santarém’,
documentos de D. Sancho I (1174-1211). Segundo consta, a construção não partiu
da iniciativa dos moradores, mas da Colegiada de Santa Maria da Alcáçova de
Santarém, à qual pertenceu até ao século XIV.
Em Fevereiro de 1301 houve uma sentença sobre o dízimo da capela de Rio Maior e também de Azóia, na qual determinou-se o vínculo de todos os moradores de Rio Maior à paróquia de Santa Maria da Alcáçova. No documento original, lê-se: “inuenimos quod homines qui morantur in predictis locis de azoya et de Riuo maiorj sint parrochiani Ecclesie sancte de Alquaçoua”.
A igreja foi aumentando a sua importância na identidade social da terra e há um registo de 1348, no qual um habitante dotou a igreja com uma pensão anual de quarenta soldos, para que nela fosse rezado um aniversário pela sua alma, paga pela metade do seu moinho da Barroca.
Entre o final do século XV e o início do século XVI, ergueu-se uma capela dedicada a Nossa Senhora, no interior da aldeia, representando o primeiro edifício religioso de uso colectivo de Rio Maior integrado no meio do povoado.
Em Fevereiro de 1301 houve uma sentença sobre o dízimo da capela de Rio Maior e também de Azóia, na qual determinou-se o vínculo de todos os moradores de Rio Maior à paróquia de Santa Maria da Alcáçova. No documento original, lê-se: “inuenimos quod homines qui morantur in predictis locis de azoya et de Riuo maiorj sint parrochiani Ecclesie sancte de Alquaçoua”.
A igreja foi aumentando a sua importância na identidade social da terra e há um registo de 1348, no qual um habitante dotou a igreja com uma pensão anual de quarenta soldos, para que nela fosse rezado um aniversário pela sua alma, paga pela metade do seu moinho da Barroca.
Entre o final do século XV e o início do século XVI, ergueu-se uma capela dedicada a Nossa Senhora, no interior da aldeia, representando o primeiro edifício religioso de uso colectivo de Rio Maior integrado no meio do povoado.
Em 1755 a igreja do século XII era a Igreja Matriz de Rio
Maior mas houve um terramoto que abalou as suas estruturas e em 1760 ruiu uma
importante parte, ficando apenas a sua torre sineira. Foi iniciada a sua
reconstrução em 1774 pela Marquesa de Penalva (Eugénia de Meneses da Silva, 6ª
condessa de Tarouca), mas logo em 1810 já se encontrava novamente em ruínas,
sem que as obras tenham sido concluídas. A igreja matriz de Rio Maior passou a
ser a Igreja do Espírito Santo que pertenceu à irmandade da Misericórdia.
Ficou a torre desta igreja, que ainda hoje existe no meio do
cemitério.
Ver também o artigo sobre o cemitério, em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2012/04/cemiterio-de-rio-maior.html
Ver também o artigo sobre o cemitério, em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2012/04/cemiterio-de-rio-maior.html
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