Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta São João da Ribeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta São João da Ribeira. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de novembro de 2013

Motorizada na Parede


Quem vai de Rio Maior para Santarém, pela estrada nacional e junto ao restaurante Argentino em São João da Ribeira, depara-se com uma motorizada na parede de uma casa.
Como curiosidade, a motorizada é uma Sierra Macal 5cv com motor Flandria do início dos anos 60 do século passado.
Macal era uma empresa portuguesa que montava motorizadas.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Mercado Mensal em S. João da Ribeira

Realizou-se hoje a 7ª edição do Mercado Mensal de São João da Ribeira.

 
A Junta de Freguesia de São João da Ribeira tomou a iniciativa de criar o Mercado Mensal na zona do campo de futebol, por trás do edifício da junta.
A Junta de Freguesia, chamou a si a responsabilidade de arranjar as infraestruturas necessárias e de fazer o contacto com os feirantes da zona centro do país.
O mercado é uma oportunidade de trazer o comércio para mais perto da população do lado nascente do Concelho, serve para a freguesia arranjar mais algumas receitas e para os visitantes ficarem a conhecer a região. Também há a vantagem dos feirantes ficarem com mais uma oportunidade de fazer negócio e das populações poderem adquirir bens a um preço convidativo.
Foi a 14 de julho de 2012 que se realizou o primeiro mercado, que se repete todos os segundos sábados de cada mês entre as 08h00 e as 16h00.


É de recordar que São João da Ribeira já teve em tempos um mercado mensal e que este foi inaugurado a 7 de Março de 1949 (2ª feira).

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quinta do Vinagre em S.J. da Ribeira.

 
A Quinta do Vinagre situa-se em São João da Ribeira, junto à empresa Tomatagro e constitui uma sociedade de exploração agrícola e turística.
Nesta quinta existiu em tempos um moinho movido com a água do rio Maior.
Ainda lá se encontra o edifício, bem como a zona de entrada e saída de água do ramal secundário do rio. O estado de conservação do edifício é que é mau.



terça-feira, 17 de abril de 2012

Bica de Água em São João da Ribeira - N.S. das Virtudes

Bica de água em Vale de Barco, São João da Ribeira.

 
Este espaço sofreu obras de remodelação em 2010, em que lhe foi inserido um bonito painel de azulejos alusivo à Ermida de Nossa Senhora das Virtudes (Séc XVI).

Penso que esta é uma imagem da Capela de Nossa Senhora da Escusa antes das obras realizadas na década de 80 do século passado.
Ver:

domingo, 18 de março de 2012

Painéis a Ruy Belo

 
Nas celebrações do 79º aniversário do nascimento do poeta Ruy Belo, no passado dia 27 de Fevereiro, foram inaugurados 2 painéis de azulejos em São João da Ribeira e um graffiti na Biblioteca Municipal de Rio Maior.
Esta iniciativa, fica bem justificada numa expressão usada pela vereadora Sara Fragoso, referindo-se ao facto da poesia não acontecer quando está fechada em livros. “Ela só se concretiza quando sai para a rua e encontra eco na boca, nos olhos e no coração de quem passa”.

O primeiro painel de azulejos, com um poema do poeta, encontra-se no Centro Cívico de São João da Ribeira.

 
O segundo painel encontra-se na parede exterior da Esplanada Típica também em São João da Ribeira (junto à Igreja Matriz).

 
O graffiti pintado na fachada da Biblioteca Municipal é de autoria do artista plástico riomaiorense, Cristiano Neves. O objectivo deste graffiti é ser polémico e tenta criar a ilusão da mensagem ter sido pintada por um “vândalo esclarecido” que partilha com toda a cidade uma exigência de Ruy Belo.


Pode saber mais sobre Ruy Belo em:

sábado, 10 de dezembro de 2011

Esplanada Típica em S.J. da Ribeira

A Esplanada Típica em São João da Ribeira, encontra-se mesmo ao lado da Igreja e Torre Mourisca.
Este Salão foi inaugurado a 23 de Junho de 1989 e possui excelentes condições para a realização de eventos.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Percurso 'PR3 RM' - Paul da Marmeleira

O percurso pedestre ‘PR3 RM’ está reconhecido pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal e é um caminho circular com partida em São João da Ribeira, mas que passa pelo Paul da Marmeleira. ‘PR’ significa ‘Pequena Rota’, ‘RM’ significa que é de ‘Rio Maior’ e ’3’  foi o número do percurso atribuído pela Federação.
 
Mesmo durante o Inverno é um percurso extraordinário para se estar em contacto com a natureza e passar bons momentos com a família, amigos e animais de companhia. É bom aproveitar a riqueza que temos e ainda por cima é grátis.
Actualmente o percurso necessitava de alguma beneficiação, pois as marcas deveriam de ser refeitas e parte de um caminho rural desabou. Contínua ainda assim a ser um excelente percurso.



 
A ficha seguinte e o texto, foram retirados da sitio do ‘Clube do Mato’ em:
http://www.clubedomato.com.pt/pr3rm.html


O PR3 “Paul da Marmeleira" é um percurso de natureza que se desenvolve em zonas rurais e ambientes lacustres.
Inicia-se junto ao museu etnográfico de S. João da Ribeira, em direcção á EN114. Passando junto à Casa do Poeta Ruy Belo, atravessa uma ponte pedestre sobre o rio Maior, seguindo depois para jusante através de um estradão em terra batida naquilo que foi em tempos a linha de caminho de ferro das minas de linhite e giz de Rio Maior. Abandonando o estradão, à direita, segue por um caminho rural que ladeia o “Paul”.
Zona privilegiada para observação da avifauna e flora típicas de ambientes lacustres, culminando numa elevação natural de onde se avista toda a superfície alagada e as encostas rurais até às primeiras casas da Vila da Marmeleira.
Voltando ao caminho rural, inicia-se o regresso passando pelos reservatórios de água, ponto elevado com uma vasta panorâmica sobre toda a região.
Características:
O PR3 “Paul da Marmeleira” é um percurso pedestre de pequena rota, marcado nos dois sentidos, segundo as normas da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.
- Tipo de percurso: De pequena rota, em caminhos rurais e tradicionais.
- Âmbito: Histórico e ambiental.
- Época aconselhada: Primavera. Podendo ser realizado em qualquer altura do ano.
- Distância a percorrer: 7,2 Kms, em circuito.
- Duração do percurso: Cerca de 3 horas.
- Nível de dificuldade: Baixo.
- Desníveis: Pouco acentuados (21 metros – 96 metros).
- Ponto de partida /chegada: Junto ao museu Rural de S. João da Ribeira.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Igreja Adventista do Sétimo Dia

Na localidade de Cabeça Gorda, em São João da Ribeira existe uma Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Em Rio Maior há espaço para a livre e sadia convivência entre as várias religiões.


 
‘A Igreja Adventista do Sétimo dia é uma denominação cristã, que se distingue pela observância do sábado, o sétimo dia da semana judaico-cristã (sabbath) e por sua ênfase na eminente segunda vinda de Jesus Cristo. A igreja surgiu a partir do Movimento Milerita nos Estados Unidos, durante a primeira metade do século XIX, sendo formalmente criada em 1863. Entre seus pioneiros está Ellen White, cujos escritos são tidos pelos adventistas como inspirados por Deus.’
Esta informação foi retirada da Wikipédia em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Adventista_do_S%C3%A9timo_Dia


No Blog 'Espaço Esperança, Vida e Saúde', faz-se um resumo histórico deste movimento no Mundo e em particular em Portugal, em:
http://espacoesperancavidaesaude.bloguepessoal.com/r4798/Noticias/
De reter neste artigo que em 1937, o pastor Alfred Rieck, secretário da Conferência Geral, veio para Portugal e estabeleceu várias Igrejas no país, sendo que uma delas foi na Cabeça Gorda.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Postal de Ruy Belo a Gastão Cruz

Sobre o poeta Ruy Belo pode saber mais em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.com/2010/06/o-poeta-ruy-belo.html

Deixo aqui um postal manuscrito pelo poeta Ruy Belo dirigido a Gastão Cruz.
O postal foi retirado de:

Gastão Cruz é um poeta, crítico literário e encenador português nascido em Faro a 20 de Julho de 1941.

A poesia de Ruy Belo nas palavras de Gastão Cruz:

«Enquanto «de novo a seara amadurece», lembremos a obra de Ruy Belo, um dos mais grandiosos e complexos monumentos da poesia portuguesa, um monumento barroco, em que alguns dos mais relevantes caminhos e experiências da poesia portuguesa moderna confluem numa síntese poderosa, que congrega características aparentemente tão demarcadas e raramente conciliadas, como um discurso torrencial, por vezes próximo da prosa, e uma imaginação verbal inesgotável, por um lado, e uma extrema atenção ao pormenor do verso, nomeadamente no nível fónico, por outro, como uma permanente dissecação da vida e da realidade quotidianas, em contraponto com uma antevisão, ora angustiada, ora irónica, da morte própria e uma inquietação perante a morte alheia não menos constantes.»

Gastão Cruz , A Poesia Portuguesa Hoje
2ª edição corrigida e aumentada
Lisboa, Relógio d’Água, 1999

domingo, 21 de agosto de 2011

Ponte que liga São João da Ribeira ao Moinho D'Ordem

 
Na estrada que liga São João da Ribeira ao Moinho D’Ordem, para quem vem pela EN114, existe uma ponte que serve para transpor o rio Maior.

Esta bonita ponte é constituída por 3 arcos.
O assoreamento do rio é bem patente nesta ponte o que provoca o impedimento da passagem do normal caudal do rio por um dos arcos.


domingo, 17 de julho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Moinho D'Ordem em São João da Ribeira

Quem passa pela estrada nacional 114 que liga Rio Maior a Santarém, na Freguesia de São João da Ribeira, encontra uma tabuleta a indicar a localidade de Moinho D’Ordem.
Pouca gente sabe é que realmente existiu ali, a poucos metros de distância um moinho que já pertenceu à Ordem religiosa de Cister e que em meados do século passado ainda funcionava moendo cereais.
O local do moinho, ficava no lado direito da segunda ponte para quem vem da EN114 pela estrada do moinho d’ordem (A primeira ponte é sobre o braço principal do rio Maior e a segunda ponte era sobre o braço do rio que desviava parte do caudal de água para alimentar o moinho).
Os últimos momentos do moinho contam-se em poucas palavras.
A antiga rendeira do moinho da ordem, deu autorização para derrubarem uns barracões que se situavam nas imediações do moinho. Qual não foi o seu espanto, quando constata que juntamente com os barracões o moinho também tinha sido destruído.
O braço do rio que alimentava o moinho foi aterrado e as mós, juntamente com as noras e fundações, ainda lá devem de estar por debaixo da terra.
O derrube do moinho não foi para construir algum novo edifício ou caminho, pois no seu local encontra-se um simples campo de cultivo.
Assim se perde um património que era muito querido pelos habitantes da terra e cujas paredes podiam contar muitas histórias pois embora o edifício tenha-se colapsado em poucas horas, já existia há vários séculos.
O moinho pertencia à família Regalas e os últimos rendeiros do moinho foram o casal Manuel e Isaurinda Montês.



O moinho da Ordem tem este nome pois como já foi dito, pertenceu à Ordem de Cister cujos frades construíram alguns dos moinhos que existiam na região.
O maior mosteiro da Ordem de Cister em Portugal, o Mosteiro ou Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça, é uma jóia da arquitectura medieval. Este mosteiro que é desde 1999 considerado Património Mundial pela UNESCO, foi mandado construir logo após a conquista de Santarém aos mouros.
A Ordem de Cister teve uma presença muito forte na região de Rio Maior e dedicava-se entre outras coisas ao comércio de sal das salinas.
A Ordem estabeleceu-se em Portugal pela primeira vez em Tarouca, no ano de 1144.

As fotografias antigas deste artigo são de habitantes de São João da Ribeira que as cederam para um debate promovido pelo Movimento Cívico Ar Puro sobre o rio Maior, em 20 de Fevereiro de 2011.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Fontes em São João da Ribeira



Fontes de águas subterrâneas em São João da Ribeira.
Estas fontes embora nos dias de hoje com a água canalizada tenham perdido a sua função, devem de ser preservadas, pois para além do bem material que constituem, são um legado dos nossos antepassados que deve ser passado às descendências futuras.

A primeira das três fontes que vou referir neste artigo é conhecida como fonte Cidália.
Esta fonte encontra-se em terrenos privados, mas é de uso público.
Parte dos muros ruíram e recentemente a Junta de Freguesia reparou-os.
A próxima fonte encontra-se em Cabeça Gorda e é conhecida como Fonte do Largo do Rato.
A fonte também tem sido alvo de intervenção, pois fica a escassos metros do centro da localidade.
A água que sai da fonte é canalizada para um tanque que fica poucos metros mais a baixo e é conhecido por piscinas.



Por último refiro a Fonte da Igreja.
Esta fonte fica uns poucos de metros mais abaixo da Igreja Matriz, logo após o riacho.
Esta fonte de mergulho é do séc. XIX e ainda mantém uma traça bastante antiga e vê-se que já foi usada como lugar de lazer.
Hoje em dia a envolvente não está bem cuidada e o acesso à fonte encontra-se alagado.

Estas três fontes encontram-se pouco cuidadas, para não dizer abandonadas. Com esta afirmação não quero ignorar o esforço que tem sido feito pela Junta de Freguesia para que elas não desapareçam, mas penso que se poderia fazer mais e melhor.
Como locais públicos que são, também não se deveria ignorar os perigos que podem incorrer a quem a elas queira aceder, pois não se encontram bem sinalizadas nem protegidas.
Por último, deve-se fazer análises às águas para se saber da sua boa qualidade, ou não. Caso a água não seja própria para consumo deveria de haver uma placa informativa.

terça-feira, 8 de março de 2011

Pontão dos Carvalhais em São João da Ribeira

Desde 23 de Dezembro de 2009 que o acesso a Carvalhais em São João da Ribeira se faz por uma ponte improvisada de madeira.
As intempéries ocorridas nesse dia de 2009 provocaram a derrocada do pontão que dava acesso a Carvalhais. Felizmente ninguém se magoou e não existe habitação permanente neste Casal, mas sem a ponte as casas e terrenos agrícolas ficaram isolados.
No Diário da República de 29 de Outubro de 2010 saiu a adjudicação da obra e nesta altura já decorrem as obras de construção do novo pontão.
As obras têm uma duração prevista de 60 dias e irão custar 61.503,00€.
Vale a pena esperar embora as obras devessem de ter sido mais céleres.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Cabeço de São Gens em São João da Ribeira

O Monte de São Gens também é conhecido como Cabeço de São Gens.

Segundo se supõem, na época em que os Mouros eram donos destas terras, São João da Ribeira seria um aduar mourisco, sendo mesmo o centro mais populoso da antiga província de Belatha (Batalha). O centro da população (pelo menos de refúgio) seria no monte de São Gens e a Torre Mourisca seria um ponto de vigia contra incursões dos alcaides dos castelos de Alcanede ou mesmo de Porto de Mós.
Claro que este lugar está carregado de lendas e a mais impressionante é a que está relatada num dos painéis do fontanário que existe junto ao largo da igreja matriz, onde está escrito: ‘Reza a lenda que no cabeço de S. Gens estão enterrados dois potes, um com ouro e o outro com peste. Quem os abrir tanto pode ficar rico ou morrer’.


No cimo do cabeço existe um telheiro com mesas e cadeiras de modo a se poder fazer um bom pick-nick nos dias quentes de Verão.
O que o lugar actualmente tem de melhor é sem dúvida a vista.



São Gens pode referir-se a três personagens (penso que o nome é devido à primeira personagem):
  1. São Gens de Roma que viveu no tempo do imperador romano Diocleciano (finais do séc. II), era actor e numa actuação em que representava de forma jocosa um cristão a receber o Baptismo, recebeu a graça da fé e declarou-se aí mesmo cristão. Acabou decapitado. Foi adoptado para Potugal por Dona Mafalda, esposa do rei D. Afonso Henriques.
  2. São Gens de Lisboa terá sido um dos primeiros bispos de Lisboa que acabou mártir. Segundo a lenda, a mãe de São Gens morreu do parto e está ligada à tradição que ainda hoje prevalece em que se uma mulher grávida quiser assegurar que vai ter um bom parto se deve de sentar na ‘Cadeira de São Gens’ que está guardada na Ermida da Senhora do Monte, na freguesia da Graça em Lisboa.
  3. São Gens de Arles foi notário militar, sob as ordens dos imperadores Maximiano e Diocleciano, acabando decapitado em 303 ou 308.