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quarta-feira, 20 de julho de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

Bica d'água em Alfouvés

 Em Alfouvés existe uma bica d'água no largo que fica perto da igreja.
A bica está protegida por um telheiro e possui um bonito painel de azulejos de 1997.

domingo, 27 de março de 2011

Cemitério de Azambujeira

O Cemitério da Freguesia de Azambujeira é bastante antigo.
Uma das últimas obras realizadas, que foi a realização do segundo alargamento, ocorreu entre 1989 e 1993.
Existe uma capela mortuária brasonada, datada de 1862. Este jazigo, pertenceu à família Campos que era proprietária das Quintas do Carvalhal.
O brasão consiste num escudo com os símbolos do leão, de uma torre e de faixas. O escudo está ladeado por cornucópias e por cima existe um elmo encimado por o que parece ser um leão.
Existem também várias campas bastante antigas como as duas da fotografia nas quais estão sepultados Amália da Conceição nascida em 1878 e Germano de Carvalho nascido em 1870.


Em 1954, quando ocorreram obras para alargamento do cemitério, demoliu-se o que restava da capela Mor da primitiva igreja de Azambujeira, construída em 1276 e dedicada a Santa Luzia. As pedras, cantarias e restos dos arcos, encontravam-se até à pouco tempo em paletes em frente da casa senhorial.

Como curiosidade, no caminho para o cemitério, havia um carrapiteiro sem espinhos. Esta planta foi arrancada para facilitar a construção de uma casa, mas o facto de não ter espinhos, era motivo de admiração e devoção pelas pessoas mais antigas que consideravam o feito, obra de um milagre. Para quem não saiba, carrapiteiro designa uma roseira brava (esta definição encontrei-a no Apostilas aos dicionários portugueses de A.R.Goncalvez Viana, de 1906, onde se pode ler que carrapiteiro «designa, no Riba-Tejo, a roseira brava»).


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Casa Senhorial de Azambujeira


A Casa Senhorial de Azambujeira já foi um antigo Solar dos Marqueses de Borba, depois foi Edifício da Câmara Municipal, no tempo em que Azambujeira era a sede do Município e agora alberga o Museu Regional Manuel Sequeira Nobre e a Biblioteca Pública. O Museu foi inaugurado a 13 de Junho de 1993 e a Biblioteca inaugurada a 24 de Maio de 2008 com as comemorações do 375º aniversário da Vila de Azambujeira.
Este edifício, em conjunto com o Pelourinho, a Igreja Matriz e a antiga Prisão, formam o Centro Medieval de Azambujeira.
O nome do Museu Regional, presta homenagem a Manuel Nobre que foi Presidente da Câmara entre 1980 e 1982.



Ficam de seguida algumas imagens do interior do museu:





 Primeira página do Livro de Honra do museu.


O título de Marquês de Borba, foi criado em 15 de Dezembro de 1811, pela rainha D. Maria I, a favor do 13º Conde de Redondo, D. Tomé Xavier. Este título foi renovado para os 14º, 16º e 18º Condes de Redondo.
O Brasão se armas dos Marqueses de Borba era o seguinte:


Marqueses de Borba:


1 - D. Tomé Xavier de Sousa de Castelo Branco e Meneses
N22-07-1753 F13-10-1813
13º Conde de Redondo.


2 - D. Fernando Maria de Sousa Coutinho
N25-10-1776 F05-03-1834
14º Conde de Redondo


3 - D. Fernando Luís de Sousa Coutinho Castelo Branco e Meneses
N10-07-1835 F09-02-1928
16º Conde de Redondo
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4 - D. António Luis de Sousa Coutinho
N10-06-1925 F19-02-2007
18º Conde de Redondo
8º Conde se Soure
15º Conde de Vimioso
7º Marquês de Valença

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Gil Fernandes de Carvalho - Batalha do Salado

Gil Fernandes de Carvalho nasceu em Azambujeira e foi um valoroso cavaleiro que chegou a mestre da Ordem de Santiago.
O que lhe deu glória foi se ter tornado herói na Batalha do Salado ao comandar a cavalaria Cristã contra os Muçulmanos.
Gil Fernandes é filho de Fernão Gomes e de D. Maria Gonçalves de Moreira. Teve a companhia de vários irmãos e pertenceu à importante família portuguesa dos Carvalhos.
.
Como não poderia deixar de ser, existe uma lenda a envolver este guerreiro.
Conta-se que por volta de 1330, Gil Fernandes de Carvalho, fidalgo da corte portuguesa, possuía um solar na povoação de Carvalho, na actual Penacova (Coimbra).
Sobre um dos criados do fidalgo recaiam várias queixas, mas os juízes do concelho que eram os responsáveis por promover a justiça, nada faziam. Foi então nomeado um magistrado de Coimbra que mandou prender o criado ao pelourinho para este ser açoitado como forma de castigo.
Quando Gil de Carvalho tomou conhecimento do feito, decidiu retaliar contra o juiz e fez-lhe uma espera no seu regresso a Coimbra, cortando-lhe as orelhas e o nariz.
Por temer represálias por parte do rei D. Afonso IV, fugiu para Castela.
Em 1340 participou na Batalha do Salado e devido ao seu notável desempenho, o rei perdoou-lhe a sua atitude perante o juiz e autorizou o seu livre regresso a Portugal.

A Batalha do Salado deu-se a 30 de Outubro de 1340 em Cádis (Sul de Espanha), junto à ribeira do Salado.
Nesta altura os Muçulmanos já tinham sido expulsos de toda a Península Ibérica.
O rei de Fez e de Marrocos, Abul-Hassan, aliado com o emir de Granada, Yusef-Abul-Hagiag, decidiu retomar a posse das terras agora de domínio cristão e para isso fez avançar um enorme exército vindo do Norte de África. Os Muçulmanos desembarcaram quase sem resistência em Castela, pois a frota do almirante castelhano, prior de S. João do Hospital, foi completamente arrasada por uma tempestade.
Assim o rei de Castela, Afonso XI, viu-se obrigado a pedir ajuda ao reino de Portugal e ao reino de Aragão. O rei de Portugal, D. Afonso IV, não gostava muito do rei Afonso XI, seu genro, pois haviam histórias de encontros amorosos do rei castelhano com outras mulheres. Apesar de tudo o rei português decide juntar-se nesta última cruzada na Península Ibérica (proclamada pelo papa Bento XII), pois sua filha D. Maria fez-lhe o pedido de ajuda (depois confirmado pessoalmente pelo rei castelhano) e também porque se os mouros conseguissem vencer o exército de castela, seria muito difícil o reino português sozinho conseguir travar o avanço muçulmano.
Assim D. Afonso IV de Portugal enviou logo uma frota comandada por Manuel Pessanha e D. Pedro IV de Aragão enviou também 12 galés.
Mas D. Afonso XI estava desesperado e face ao formidável exército muçulmano precisava de mais ajuda. Depois de novo pedido, o rei português D. Afonso IV, reúne em Elvas o maior número de cavaleiros e peões e parte em auxilio do seu genro que o recebeu com todas as honras em Sevilha.
Ficou decidido que Afonso XI de Castela combateria o rei de Marrocos e que Afonso IV de Portugal combateria o rei de Granada.
A luta foi muito violenta e só a bravura dos cristãos conseguiu vencer o maior número dos muçulmanos, estando os dois reis cristãos sempre ao comando e nas zonas de maior perigo da batalha.
O campo ficou juncado de corpos mouros e os reis muçulmanos ao retirarem, deixaram ficar despojos valiosíssimo de valor incalculável em bagagens e armas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ponte metálica sobre o rio Maior - Ponte de Freiria

Para quem vem de Azambujeira em direcção à Louriceira pela estrada EN114-2 passa por esta ponte de ferro, conhecida como Ponte de Freiria.
A ponte inaugurada a 27 de Abril de 1876, possui um vão com 42,7 metros, tem 4 metros de altura, viga treliçada e serve para passar o rio Maior. Nos pontões está gravada a data de 1935 com as letras ‘JAE’ (Junta Autónoma das Estradas). Mas esta data deve ter sido de alguma intervenção ocorrida à altura, já que a JAE foi criada em 1927. A ponte foi construída pela empresa francesa ‘Five Lille’ sobre a direcção do engenheiro Domingos da Apresentação Freire que também foi o autor do projecto. Na inauguração estiveram presentes mais de 4.000 pessoas, entre as quais o sr. Labille, representante da empresa Five Lille e os administradores e Câmaras Municipais de Rio Maior e do Cartaxo.


Os resguardos da ponte encontram-se um pouco danificados, mas numa intervenção recente, ocorrida em 2007, teve-se que corrigir a inclinação acentuada do pontão Nascente por meio de calços na estrutura metálica. Algumas das vigas laterais da ponte também foram reforçadas. O projecto de reabilitação desta ponte esteve a cargo da empresa CivilSer. Apesar da obra o traçado continua limitado a veículos com peso inferior a 20 toneladas.
Na seguinte imagem é bem visível a inclinação do pontão. Já durante a construção foi sentida uma grande dificuldade nas fundações dos encostos da ponte.
Esta obra de reabilitação não foi suficiente e a Estradas de Portugal lançou agora o concurso para requalificar a estrada EN114-2. Esta obra inclui a substituição desta ponte e a rectificação do traçado da EN114-2 desde o cruzamento com a estrada EN114 com uma extensão de 1,5 quilómetros. Este contrato público já saiu em Diário da República na edição nº218, série II de 10-11-2010.
Espero que esta velha ponte metálica fique numa situação de poder ser preservada e admirada.

Curioso é também o interior dos pontões que são ocos. Ninguém se deve de aventurar a entrar sozinho pois as cavidades duplas laterais têm uma profundidade entre 2,5m a 3,0m o que pode impedir os incautos de saírem depois de lá entrarem. Estas cavidades são abobadadas para melhor resistirem ao peso dos veículos que por lá passam e entre elas existe uma pequena abertura ao mesmo nível e com a mesma configuração da abertura de entrada.


A ponte foi em 2016 substituída por outra de betão.
Pode saber mais em: 
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2017/08/ponte-sobre-ribeira-de-freiria-em.html

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pelourinho em Azambujeira

O pelourinho que se encontra no centro histórico de Azambujeira, está classificado como Imóvel de Interesse Público (decreto nº23 122, DG, I série, nº231, de 11-10-1933).

O mais imediato símbolo do estatuto de concelho de que Azambujeira desfrutou ao longo de quase quatro séculos é este pelourinho.
Está datado do 3º quartel do século XVII e encontra-se assente sobre uma plataforma de três degraus (plataforma oitavada). A base é cúbica, com as faces decoradas por duas secções molduradas e com remate superior em cornija classicizante. A coluna lisa que forma o fuste do pelourinho é de pedra lavrada, dotada de anéis regulares nas extremidades, sendo que no topo superior que antecede o remate é de dupla moldura. O remate tem um tronco cónico de terminação esférica.
Alguns historiadores admitem que este pelourinho reutilize materiais de um anterior pelourinho realizado em época manuelina. Este pressuposto baseia-se no facto de Azambujeira ter recebido foral por D. Manuel I a 23 de Agosto de 1514 e de ter sido elevada a vila, em 1650, por decisão régia de D. João IV.

Este monumento fica entre outros dois monumentos que são a antiga casa senhorial (hoje, Museu Regional) e a Igreja Matriz do século XVII dedicada a Nossa Senhora do Rosário.
Os pelourinhos são colunas de pedra colocadas em lugar público que antigamente serviam para exporem ou torturarem criminosos. Em Portugal os pelourinhos localizavam-se sempre em frente ao edifício da câmara, como é este o caso, pois a casa senhorial já acolheu essa função.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Nova ponte do Barbancho sobre a Ribeira das Alcobertas

A nova Ponte do Barbancho na EN114 que liga Rio Maior a Santarém, já se encontra concluída (foi dada como concluída no dia 30 de Setembro de 2010).
Esta ponte sobre a Ribeira das Alcobertas é constituída por um tabuleiro contínuo de três vãos, possuindo uma largura de 10,5 metros (duas faixas de rodagem com 3 metros cada, duas bermas com 1 metros e dois passadiços com 1,25 metroa).
O investimento despendido pelas Estradas de Portugal foi de cerca de 650.000,00€ e a empreitada foi adjudicada ao consórcio constituído pela ‘Construções Júlio Lopes, S.A.’ e pela ‘Polave Construções, Lda’.



Se quiser saber mais sobre a velhinha ponte de ferro que foi substituída por esta nova, mas que ainda se encontra erguida, embora com os acessos cortados, pode consultar o arquivo:
O que apressou a construção desta nova ponte foi o resultado de uma inspecção realizada em 2005 que atribuiu à ponte de ferro o estado de conservação 5 que é o mais grave da tabela usada para avaliar este tipo de edificações.

domingo, 4 de julho de 2010

Bica de água de Nossa Senhora das Angústias

Em Azambujeira, mais concretamente em Calharis, existe uma bica de água datada de 2001 com um painel de azulejos alusivos a Nossa Senhora das Angústias.
Mais um local para refrescar nos dias quentes e que serve para mostrar as devoções de um povo.


A pouca distância desta fonte, no início da subida do caminho da Moucha (perto da autoestrada), existiu aí a Igreja das Angústias. Até data recente, ainda era possível ver as ruínas. Um seu antigo proprietário, destruiu-a e retirou-lhe os azulejos. Diz-se que esse proprietário era laico convicto.

Encontrei este poema na internet (http://padornelo.blogs.sapo.pt/23104.html) dedicado à Nossa Senhora das Angústias e por o achar muito bonito o publico aqui.
Estando a Virgem Maria
Na sua cela assentada,
Sobre as suas amarguras
A triste nova chegava,
De que era morto seu Filho,
Rico penhor da sua alma.
.

Pelas ruas corre a Virgem,
E a quem via perguntava,
Se morto era seu filho,
Rico penhor da sua alma.
.

Diziam uns, que amarrado
A uma coluna estava:
Outros, que, pela cidade,
Sob uma cruz caminhava.
.

Indo a Virgem mais avante,
Uma mulher encontrava:
Vai-se logo a perguntar-lhe
Pelo que ela não achava.
.

A mulher era judia,
E assim mesmo a consolava.
- Por aqui passou um homem
Com uma cruz, que arrastava;
A cada passo que dava,
Toda a terra se abalava:
O lenho como era verde,
Até o chão atormentava;
Como fosse grande peso,
Cada instante ajoelhava:
O baraço na garganta
Era o que mais o magoava.
Ele me pediu um lenço,
Para limpar suas chagas,
Eu lhe dei a minha touca
Com que a cabeça toucava.
.

Tudo isto ouvia a Virgem
E cada vez mais chorava:
Indo a volver os seus olhos
No chão caiu desmaiada.
.

São João, seu bom sobrinho,
Pela mão a levantava.
- Levante-se, minha tia,
Que o que ouviu não será nada. –
.

Indo lá mais adiante
Com o Senhor se encontrava.
- Porque chora, minha Mãe,
Oh, minha Mãe da minha alma?!
.

- Não choro as almas perdidas,
Que por ti serão ganhadas;
Choro por ver tuas carnes
Tão doridas e rasgadas:
Choro por ver do teu sangue
As ruas ensanguentadas. –
.

- Ai! minha Mãe, minha Mãe,
Que esta gente vai ser salva!
Suba além, àquele outeiro,
Onde a cruz está cravada;
Quando o meu sangue correr,
Toda a culpa será pagada.
.

Fez o Senhor, testamento,
Nele a todos se deixava.
Deixou a S. Pedro, a chave,
Para que o Céu governara;
A S. Miguel, a balança,
Para que as almas pesara;
A S. João, o deserto,
Para que logo o habitara;
O coração deixa à Virgem,
Coração que tanto amara.
De todos já despedido,
Subindo à cruz expirara.
.

Vendo a Mãe, seu filho morto,
Com tamanha angústia de alma,
De Angústias lhe deu o nome,
Por ele fica adorado.

Fonte: LEAL, Augusto de Pinho – Portugal Antigo e Moderno: Dicionário, Lisboa, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, 1875, volume VI, pp. 166-167

Já em 2012, a fonte e zona adjacente, sofreu obras. A fonte foi coberta por um telheiro, foram instalados bancos e alguns divertimentos para os mais novos. A zona envolvente também foi arranjada.



O painel de azulejos foi substituído em Janeiro de 2013 por este outro:
Ver artigo em:

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Azambujeira - Villa mais antiga

Azambujeira orgulha-se do seu passado e reclama ser a povoação mais antiga do concelho de Rio Maior.

Azambujeira recebeu em 1633 de D. Filipe III o foral.

O foral é um documento real de concessão de um foro jurídico próprio aos habitantes de uma povoação que se queira libertar do poder senhorial e erigir um concelho com autonomia municipal. O foral concedia terras baldias para uso da comunidade, mas também regulava impostos, multas e obrigações militares para serviço real. Estes forais eram normalmente uma forma de fomentar o povoamento em terras difíceis de desbravar e promover as culturas menos rentáveis.

Mas os primórdios de Azambuja remontam ao tempo de D. Sancho II que governou Portugal entre 1223 e 1247. Nesta altura era o fidalgo Bartolomeu Domingues de Carvalho (pertencente á muito importante família Carvalho que formou o mais antigo Morgado de Portugal) o senhorio destas terras.

Azambujeira, no período áureo andou ligada ás casas de Sabugosa, Mursa e Soure e também ao Marquês de Borba.

A importância de Azambujeira começou a decair quando em 1834 deixou de ser concelho como retaliação por ter estado ao lado de D. Miguel nas lutas entre liberais e absolutistas que ocorreu em Portugal. Aí Azambujeira foi integrada no Concelho de Santarém e em 1836 com a criação do concelho de Rio Maior, Azambujeira transitou para este novo concelho.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Antiga Prisão em Azambujeira

Edifício da antiga prisão de Azambujeira.

Azambujeira tem um grande património histórico ligado aos fidalgos e senhorios que desta terra eram donos. No seu tempo áureo Azambuja andava ligada ás casas de Sabugosa, Mursa, Soure e ao Marquês de Borba.
Nesses tempos havia uma prisão na terra que ficava localizada no largo 1º de maio junto á Igreja Matriz. Do edifício da antiga prisão, hoje só de destaca a porta de entrada que é a porta mais pequena do que agora é uma casa particular.
De notar que Azambuja sempre teve um estatuto importante na zona, sendo sede de concelho e só deixando de o ser em 1834 como retaliação por ter estado ao lado de D. Miguel nas lutas entre liberais e absolutistas.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ponte de Calhariz

Ponte de Calhariz.
Esta ponte de estilo românico que liga os concelhos de Rio Maior e Santarém sobre a ribeira de Alcobertas foi mandada construir por D. Maria I no início do século XVIII. A ponte fazia parte da velha Estrada Real entre Lisboa e Coimbra, que era utilizada pelos serviços da primeira carreira regular da Malaposta (1798-1804).
A ponte é bonita e está bem conservada. Os oito arcos em pedra que constituem a ponte são difíceis de se ver em simultâneo devido à topologia das margens.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Ponte do Barbancho

Hoje este artigo é sobre a ponte do Barbancho, situada na estrada nacional 114 no limite entre o concelho de Rio Maior e Santarém. A ponte é em ferro, tem 40 metros de vão, 4 metros de altura e possui viga treliçada.
Esta ponte foi inaugurada em 1876.
A ponte apresentou problemas na sustentação do tabuleiro e mais recentemente teve que levar uns 6 pilares de suporte com reforço metálico na base do tabuleiro.
Em 6 de Julho de 2005 a ponte foi condicionada ao trânsito devido ao seu estado de conservação e está agora prestes a ser desactivada com a construção de um novo tabuleiro adjacente.
A intervenção nesta ponte demorou mais do que era esperado e em parte esta demora esteve relacionada com o facto da zona estar classificada como Reserva Ecológica Nacional (REN). O custo inicialmente previsto para a obra foi de 649800,00€ com a execução prevista para 6 meses.
Esperemos que esta intervenção permita realmente resolver este estrangulamento de trânsito mas também permita manter exposta a bonita arquitectura que ela apresenta.




Esta ponte foi substituída por outra em betão em 2010.
Pode saber mais sobre esta ponte em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2010/10/nova-ponte-do-barbancho-sobre-ribeira.html